FIIO FH3

>>Caso você seja novo aqui, recomendo que leia a página “Apresentação” deste blog<<

INTRODUÇÃO:

A FiiO é uma empresa de áudio chinesa já bastante conhecida no mundo do áudio, eles fabricam de tudo um pouco, DAPs, DAC/AMPs, IEMs, Earbuds, Headphones, Receptores/Transmissores Bluetooth, Cabos, e acessórios de áudio. A empresa é sinônimo de produtos de boa qualidade por preços mais atraentes. Hoje eu tenho aqui pra revisar o FiiO FH3.

O FH3 foi lançado no ano de 2020 e é considerado o “irmão mais novo” da linha FH7 e FH5. O fone começou sendo vendido por $149 dólares, mas o valor final do produto ficou por volta dos $129 dólares. O modelo só foi fabricado na cor preta.

A FiiO possui uma loja oficial no AliExpress que por muito tempo não fazia envios para o Brasil, só que felizmente agora eles abriram os envios para o nosso país. Ainda não possui todos os produtos da empresa disponíveis à venda, mas já é um progresso, o FH3 por exemplo, está disponível.

Link da FiiO:

https://www.fiio.com/

https://fiio.aliexpress.com/store/1473108

https://pt.aliexpress.com/item/4001308795909.html

ESPECIFICAÇÕES:

Híbrido: (1) Driver Dinâmico (DD) + (2) Armaduras Balanceadas (BA):
DD de 10mm banhado a Berílio
BA Knowles ED30262 para médios
BA Knowles RAD33518 para agudos
Frequência: 10Hz – 40kHz
Sensibilidade: 114dB@1mW
Impedância: 24Ω@1KHz
Potência máxima de entrada: 100mW
Plugue: 3.5mm em L banhado a ouro
Cabo: 120cm (monocristalino de alta pureza cobre banhado a prata)
Conectores: MMCX
Peso: 7.3g (uma unidade)

ASPECTOS FÍSICOS:

Eartips. Em termos de acessórios, é interessante quando a empresa fornece mais eartips possíveis, no caso aqui eu acho que eles colocaram uma quantidade satisfatória, vem 3 pares de eartips de silicone e 2 pares de foamtips (espuma). A FiiO clama cada eartip enfatizar um tipo de som diferente, “Vocal”, “Balance”, e “Bass” (Vocais, Equilíbrio e Graves). Sendo que as brancas/vermelhas são pra vocais, as cinzas/vermelhas são pra graves, e as escuras são para um equilíbrio. Confesso que achei pouca diferença entre elas (as de silicone), embora não tenha feito um teste tão acurado para a ocasião, fiz de forma mais rápida e descompromissada, e vou explicar melhor no parágrafo “encaixe”.

Cabo. Esse cabo pra mim foi talvez o único ponto fraco do pacote. Visualmente, antes de comprar o fone, eu achava que esse cabo ia ser tranquilo, mas não foi muito o que eu percebi aqui não. Se por um lado o cabo é bem resistente e é esteticamente atraente, por outro ele é bem “revolts” e rígido demais. Tipo, na hora de guardar é bem complicado porque ele não fica “quieto”, você enrola ele, e ele desenrola sozinho. Ele é bem “parrudo”, pra colocar na Case também é uma dificuldade, pois a Case é retangular e é pequena pro tamanho do cabo, acaba gerando um pouco de estresse na hora de guardar. Acredito que dá pra conviver com o cabo stock, mas também acho que é totalmente compreensível se alguém quiser mudar devido a esses contratempos que o cabo pode causar.

Os earhooks fazem parte desse um ponto negativo do cabo, também. Mesmo eu que prefiro earhooks mais rígidos aos mais flexíveis, esse eu não curti. Porque eles além de serem rígidos – na minha opinião – eles também tem uma questão complicada, que é, eles já vem “pré-moldados” pelo formato que estão inseridos na caixa do produto, ou seja, a empresa coloca de um jeito pra dar uma apresentação vistosa, só que eles ficam abertos demais, e isso não proporciona um encaixe 100% anatômico. Felizmente eu consegui dá um jeito que melhorou mais a curvatura (pros meus ouvidos), ou seja, esse ponto pode ser contornável de alguma forma.

O MMCX desse fone não fica rotacionando, ele é bem estável, não fica girando facilmente. Pra você fazer uma alteração no ângulo, é preciso aplicar um pouquinho de força, daí você pode deixar no lugar desejado e ele permanece. Eu estou afirmando que ele não rotaciona mas até então eu só testei com o cabo stock, não sei como se comportaria com outros cabos.

O ‘chin slider’ (encurtador) funciona. Talvez pra uso profissional eu não posso garantir, mas pra uso casual (dentro de casa), aqui comigo, funcionou, não é o mais efetivo que já testei, mas serve.

Uma observação: Eu já vi algumas postagens no HeadFi mostrando que alguns plugues(P2) do FH3 descolaram do cabo. Já vi mais de uma postagem, entretanto, não estou afirmando nada, até porque esse cabo é o mesmo do FH5, só que o FH5 foi lançado bem antes do FH3, nunca se sabe se estão tendo problema com o cabo do FH5 e dizendo que é do FH3 como forma de retaliação à marca. Até o momento dessa review, o meu não apresentou nenhum problema, mas caso venha a apresentar, eu irei fazer uma edição.

Encaixe. Com relação ao encaixe, eu experimentei uma questão diferenciada. O que aconteceu foi que quando usando as eartips fornecidas no pacote, eu não estava conseguindo um encaixe 100%, e ao mesmo tempo estava me causando um pouco de desconforto. Daí então eu procurei por outras eartips que tenho aqui (de outros fones) e encontrei uma que resolveu o meu problema, pois o diâmetro da borracha em volta do tubo das eartips era levemente menor que as que vem no pacote do fone, mas isso fez toda a diferença. As eartips que solucionaram o caso foram as do Tin HiFi P1, de silicone no tamanho “M”. Então, essas são as eartips que seguem durante a avaliação do fone.

Depois dessa alteração o fone mudou pra melhor e encaixou muito bem nos meus ouvidos, eu consegui com que ele entrasse mais e encostasse no fundo da concha do meu ouvido, o que fez ele ficar bem estável. Não ficou nenhuma parte protusa pra fora do meu ouvido, e também não preciso ficar ajustando toda hora. Eu tenho preferência por fones de estilo horizontal, porque o encaixe é mais garantido, mas esse FH3 possui estilo vertical e ficou muito bem encaixado nos meus ouvidos (após as mudanças citadas).

Conforto. Assim como o encaixe, o conforto também mudou quando fiz as trocas das eartips, e também mudou para melhor. O que estava acontecendo é que as eartips stock estavam somando a largura do bocal + a largura da borracha que tem em volta do tubo, e isso estava de certa forma me causando um pouco de desconforto.

O corpo do fone é bem construído e a Shell possui uma boa superfície, é bem lisa. O fone não é pesado, mesmo sendo feito de metal. Possui um pouco daquela sensação mais fria que os fones de metal trazem ao toque, mas não muito. Não tive nenhum ponto de pressão, acredito que um cabo com earhooks mais anatômicos o conforto pode aumentar, porque de fato os earhooks são rígidos e eles podem “pegar” em algum ponto não tão comum da orelha durante a passagem do cabo.

O FH3 conta ainda com uma escovinha de limpeza e duas Cases, uma estilo Pelican feita em plástico rígido com o logo da FiiO, e outra estilo “bolsinha”, feita em tecido e com acolchoado (fotos 16 e 17 respectivamente). A observação que faço é, a Case de plástico é muito boa porém não é muito compatível com o fone na hora de guardar, e a Case de tecido é que não serve pra guardar o fone de jeito nenhum, é bem pequena, a utilidade pra mim foi só guardar as eartips e a escovinha dentro.

ASPECTOS SONOROS:

A assinatura sonora do FH3 é considerada por muitos como W-shape (desenho em W), e eu tendo a concordar, o som se apresenta perceptível nas três regiões: Grave, Médio e Agudo. A sonoridade desse fone é pra frente e casa com muitos sons, principalmente com os mais “divertidos”, porque ele consegue dar um Groove bem interessante em algumas músicas, e sem soar de forma exagerada.

Então, falando em Groove, vamos começar falando dos graves do FH3. São bons em termos de quantidade e qualidade. Em quantidade o que posso dizer é que, pra uma pessoa que gosta de muitos graves e já quer começar a diminuir essa intensidade nos graves (mas sem sentir falta), ou também pra pessoa que não possui nenhum fone que dê destaque aos graves e não quer pegar um fone que o coloque como um “basshead”, acho que é o que temos aqui. Lembrando também que para isso existe uma forte influência do como é que vem a quantidade de graves da gravação.

A principal região dos graves aqui é o sub-grave, e depois um médio-grave que acompanha até um certo momento, e depois ele sai de cena e não transforma a apresentação em “inchada”. Eu achei que os graves não invadem os médios no FH3.

Em qualidade, tem boa definição, boa extensão, velocidade considerável, o impacto é contido e apertado (sem perder a força de um dinâmico), não “sangra” a apresentação, não é abafado, não é lamacento, não é estrondoso. Eu não o considero um grave nem muito “gordo” nem muito “magro”, pra mim seria um meio termo entre os fones que já ouvi.

Só não é um grave mais refinado, porque o sub-grave dá uma sensação de preenchimento, mas isso também varia de acordo com o grave que vem desde a gravação na música, se você ouvir uma gravação que não possui muita elevação nos graves, então isso não será perceptível.

Os médios desse fone podem ser considerados “pra frente”, porém nada como algo “excepcionalmente pra frente”, porque além de eu acreditar que há outros fones com médios mais avançados, ainda tem a questão das outras duas regiões (graves e agudos) também se sobressaírem na apresentação. Mas felizmente sensação de recuo ele não possui.

As vozes no FH3 ficam com boa presença e projeção, ótima transparência e suavidade, combina muito bem com ambos os estilos de vozes e não pende pra um lado ou para o outro entre vozes masculinas ou femininas, houve um equilíbrio muito bom. As vozes femininas eu achei que combinaram melhor com as mais sussurradas do que as mais altas. Vozes masculinas achei que combinaram mais com as mais melódicas do que as mais grossas/graves.

Os agudos desse fone nas minhas primeiras audições, eu achei consideravelmente energéticos, mas passando o tempo parece que eles foram “amaciando”, bem verdade no fim das contas eu ainda os considero como energéticos sim, mas são totalmente controlados. Em termos de quantidade, a porção é satisfatória, mas acredito que ele puxe um pouquinho pra mais, tipo numa escala numérica de 0 a 10, em que 5 seria algo numa zona de conforto, eu diria que o FH3 está entre 6 e 7.

Já em termos de qualidade, possuem boa extensão, muito bom detalhamento e definição, possui brilho mas não é algo desproporcional, pra mim são agudos bem limpos e cristalinos. Não me causam fadiga, não apresentam estridência, não possui sibilância… senti um pouco de silvos em alguns momentos, mas acredito que ficaram mais a critério das gravações que já destacavam essa característica.

Palco sonoro. A sensação de palco sonoro nesse fone achei algo bem interessante, não sei se é válido mas pra mim é como se a apresentação fosse em camadas, tipo, não sei se isso tem a ver com o posicionamento dos drivers dentro do fone, mas é como se os sons mais agudos estivessem mais próximos, e aí depois vem os médios, e mais ao longe os graves. Mas não estou dizendo que tem um atraso entre as frequências, não é isso, é só uma sensação de que as coisas estão posicionadas e vindo de locais deferente. É difícil de explicar, mas no resumo da ópera, o soundstage é bom, embora não seja muito amplo, consegue criar uma ligeira sensação de espacialidade.

Separação instrumental. A separação é excelente, e não foi nem muito difícil de perceber, porque a definição dos instrumentos é muito boa, você consegue identificar onde cada um está com uma precisão muito fiel. Instrumentos das regiões mais agudas ficaram mais destacados ainda (lembrando que isso pode variar também de acordo com a gravação e outros processos durante a produção da música).

Driver Flex. Cheguei a ler reviews pela internet em que falavam que esse fone tinha um pouco de driver flex, mas a minha unidade aqui até agora não apresentou – nem de longe – nenhum sinal de driver flex. Pra mim, até o momento, o FH3 é driver flex free! Livre dessa característica.

Amplificação. O FH3 não demanda de amplificação dedicada, ele é fácil de ser empurrado em qualquer dispositivo, inclusive eu testei no meu notebook, em DAP e em smartphone e nenhum deles exigiu que eu colocasse valores acima de 70%, no meu notebook foi menos ainda, de 50% pra baixo.

ASPECTOS MUSICAIS:

Com relação aos estilos que pude testar, esse fone pode ser um “All Rounder” pra muita gente, claro, isso vai depender do quê e de quais gêneros musicais a pessoa escuta, pra mim por exemplo, ele consegue me atender em uns 70% dos gêneros que eu escuto, então acho que vai ser mais fácil apontar os que não combinaram do que os que combinaram.

PS: Apesar de alguns gêneros que aqui eu analiso, eu não tenho o costume de escutar pessoalmente, alguns aqui são apenas para a avaliação dos fones.

Como de costume, quando o fone tem um grave que me agrada, os estilos como: Eletrônica, Hip Hop, Rap, Rock, Pop, Metal, Reggae, todos ficam muito bem encaixados.

Forró ficou muito bom, os instrumentos ficaram bem espalhados na apresentação, ótimo equilíbrio entre os instrumentos graves e os agudos.

MPB também ficou bom, o FH3 se saiu muito versátil com o gênero. Conseguiu se adaptar bem às diferentes nuances do gênero.

Blues também segue o lado positivo, tanto piano como guitarra conseguem ter um ótimo destaque nas músicas que pude ouvir.

Samba e Pagode ficou interessante, confesso que Pagode levou a melhor aqui, porque Samba, a região dos graves ficou um pouco abaixo do que eu esperava… Mas ainda assim combinou com o ritmo.

Sertanejo foi aprovado também, ótimo detalhamento dos instrumentos de corda, boa pegada, pelo menos das músicas que escutei.

Axé é um ritmo bem pra frente, e como eu considero o FH3 um fone com uma vibe energética, o ritmo deu o ‘Match’ com o fone.

Música Clássica, não criou uma imersão, apesar da boa separação instrumental, o destaque maior foi só pros instrumentos mais solicitados na região dos médios e agudos.

Jazz, honestamente, se eu só tivesse o FH3 eu escutaria de boas, mas eu acho que ele encaixa melhor com um Jazz mais moderno, ou até com Jazztrônica, mas pra Jazz mais clássico eu ainda prefiro escutar com o outro fone que tenho aqui.

Bossa Nova meio que se aproxima do que eu disse com Jazz, mas a questão aqui também é que o FH3 é um fone energético (tomadas as devidas proporções), então eu acho que muita energia pro gênero não é muito o que eu curto, claro, isso é pro meu gosto.

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Gosto é subjetivo, então aqui vai a lista dos estilos musicais que eu achei que combinaram mais com esse fone. Lembrando que foram apenas alguns gêneros testados e alguns poucos artistas. Se eu coloquei que combinou com tal estilo e outro não, não significa que você não possa ouvir o seu gênero musical preferido com este fone e adorar. Então, aí vai:

Combinaram:

Eletrônica
Pop
Rock

Metal
Reggae
Rap
Hip Hop
MPB
Blues
Samba

Pagode
Forró
Sertanejo
Axé

Nem tanto:

Jazz
Bossa Nova

Clássica

MÚSICAS TESTADAS:

Dire Straits – Sultans of Swing
Jack Thammarat – Back to the Start
Slayer – Angel of Death
Pantera – The Great Southern Trendkill
Deicide – Once Upon the Cross
Entombed – Left Hand Path
Immortal – Norden on Fire
Mayhem – Freezing Moon
Dimmu Borgir – In Death’s Embrace
Iron Maiden – Aces High
Angra – Carry On
Korn – Freak On a Leash
Slipknot – Left Behind
Paramore – Monster
AC/DC – Moneytalks
KISS – Heaven’s On Fire
Scorpions – Rock You Like a Hurricane
Jethro Tull – Locomotive Breath
Pink Floyd – Time
The Rolling Stones – Wild Horses
Queen – I Want to Break Free
Kings of Leon – Supersoaker
Red Hot Chili Peppers – Californication
The Strokes – You Only Live Once
Coldplay – Viva La Vida
Charlie Brown Jr – Lutar Pelo Que é Meu
Sade – Cherish The Day
Eric Clapton & B.B. King – Ten Long Years
Clube de Patifes ft. Luiz Caldas – Hey Mama
Stevie Ray Vaughan – Pride and Joy
Gary Clark Jr – Catfish Blues
Jimi Hendrix – Little Wing
Kenny G – Songbird
Boney James – Full Effect
Dave Holland Quintet – Prime Directive
Kenny Wheeler – Seven Eight Nine (part 1)
Keith Jarrett Trio – You’ve Changed
Diana Krall – Where or When
Enya – May It Be
Loren Allred – Never Enough
Bob Marley & The Wailers – Is This Love
Edson Gomes – Malandrinha
Adão Negro – Louco Louco
Gregory Isaacs – Cool Down The Pace
Diamba – Miscigenação
Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites
Armin van Buuren – This Is What It Feels Like
The Timewriter – Tenda Count
Alok – Piece of Your Heart (remix)
Hardwell feat. Amba Shepherd – Apollo [Mix Cut]
Tom Jobim – Desafinado
João Gilberto – Sampa
Roberto Menescal & Andrea Amorim – O Barquinho
Caetano Veloso & Maria Gadú – O Quereres (ao vivo)
Gilberto Gil – Aos Pés da Cruz (ao vivo)
Djavan – Pecado (ao vivo)
Chico Buarque – Renata Maria (ao vivo)
João Bosco – Mano Que Zuera
Vanessa da Mata ft. Ben Harper – Boa Sorte/Good Look
Ed Motta – Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa
Ney Matogrosso – O Tempo Não Para
Rita Lee – Doce Vampiro
Lenine – Martelo Bigorna
Kid Abelha – Como Eu Quero
Negra Li – Venha
Luiza Possi – Over The Rainbow
Michael Jackson – Beat It
Madonna – Like a Virgin
George Michael – Careless Whisper
Daft Punk – Give Life Back to Music
Adele – Rolling in The Deep
Geraldo Azevedo – Chorando e Cantando
Dominguinhos – Preciso do Teu Sorriso
Flávio José – Tareco & Mariola
Alcymar Monteiro – Lindo Lago do Amor
Fernando e Sorocaba – Vendaval/Bala de Prata (ao vivo)
César Menotti & Fabiano – Só Mais Uma Verdade
Paula Fernandes – Jeito do Mato
Zezé Di Camargo & Luciano – O Defensor (ao vivo)
Diogo Nogueira ft. Hamilton de Holanda – Salamandra
Paulinho da Viola – Onde a Dor Não Tem Razão
Luiz Melodia – A Voz do Morro (ao vivo)
Jorge Aragão – Coisa da Pele (ao vivo)
Mart’nália – Cabide
Mumuzinho – Eu Mereço Ser Feliz (ao vivo)
Pixote – Coisas do Amor/Você Pode (ao vivo)
Harmonia do Samba – Molejinho
Sabotage – País da Fome: Homens Animais
Emicida – Rotina
Eminem – Lose Yourself
Filipe Ret – Neurótico de Guerra
The Weeknd ft. Daft Punk – Starboy
Chiclete com Banana – Meia Lua Inteira (Capoeira Larará)
Ara Ketu – Ara Ketu Bom Demais
Banda Eva – Beleza Rara
Filhos de Jorge – Vai Que Cola “Melanina”
Vivaldi – Violin Concerto in E Major, RV 269, No. 1, Spring: I. Allegro
Tchaikovsky – The Nutcracker, Op. 71, Act 2: No. 13 Waltz of the Flowers
Mozart – Serenade in G Major, K. 525 “Eine kleine Nachtmusik”: 1. Allegro
Chopin – “Grande valse brillante” in E-Flat Major, Op. 18

Link da Playlist:

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