TIN HIFI P1

>>Caso você seja novo aqui, recomendo que leia a página “Apresentação” deste blog<<

INTRODUÇÃO:

A Tin HiFi, anteriormente também conhecida como Tin Audio, é uma empresa chinesa fabricante de fones de ouvido intra-auriculares e acessórios de áudio. A empresa saiu do anonimato para patamar de uma das mais conhecidas empresas chinesas no mundo do áudio ao emplacar fones com sonoridade de qualidade a um custo mais acessível. A citar, um dos IEMs mais conhecidos na comunidade audiófila, o Tin T2.

Após o grande sucesso da Tin HiFi na comunidade com fones de driver dinâmico, eis que ela resolve lançar nada mais nada menos do que um in-ear com drive planar magnético, até então pouco utilizado em IEMs, mais visto em headphones. Não deu outra, a empresa fez um novo alarde na comunidade com o Tin HiFi P1.

O Tin HiFi P1 foi lançado no ano de 2019 e comercializado pelo preço oficial de $169 dólares. Atualmente é possível encontrar o fone por $149 dólares, ou até menos quando em épocas promocionais nos grandes revendedores de áudio da China. Bem verdade, ainda é um fone que sofreu pouca desvalorização no mercado. No momento em que escrevo essa palavras, a Tin HiFi já possui um novo fone desta linha de planares, o P2. Mas vamos nos concentrar na análise do primogénito.

EDIT: O P1 não está disponível mais na loja da Tin, então eu vou colocar o link do P1+ (modelo idêntico ao P1 porém com driver atualizado contra desgastes).

Link da Tin HiFi:

http://www.tinhifi.com/

https://tinhifi.aliexpress.com/store/912323289

https://pt.aliexpress.com/item/1005003538524668.html

ESPECIFICAÇÕES:

Driver Planar Magnético de 10 mm
Frequência: 10Hz – 40kHz
Sensibilidade: 96 ± 3 dB
Impedância: 20Ω ± 15%
Potência nominal: 5mW
Potência máxima de entrada: 10mW
Plugue: 3.5mm
Cabo: 120cm
Conectores: MMCX
Peso: 14g (dois fones sem o cabo)

ASPECTOS FÍSICOS:

ATENÇÃO: O fone evidentemente vem com um cabo! Caso vocês notaram que não aparece nas fotos, eu vou lhes dizer o porquê… Infelizmente o cabo que veio com esse fone ficou oxidado, muito mesmo, o zinabre se espalhou por toda a superfície, então por motivos estéticos, eu resolvi não colocar as fotos do mesmo. Peço desculpas por não disponibilizar a foto do cabo. Entretanto, a análise abaixo será feita do cabo original.

Cabo. Então vamos começar pelo item que pra mim talvez tenha sido o ponto mais negativo do produto. Quando o fone chegou eu fiquei bem impressionado porque até então nunca tinha visto um cabo daquele tipo, porém, o encanto foi se perdendo aos poucos. Próximo a um ano com ele, a oxidação começou, não entendi muito bem o que era aquilo mas depois de um tempo eu descobri. Agora, devo lembrar a vocês de que isso aconteceu com minha unidade, não estou generalizando, possa ser que o fato só tenha ocorrido comigo, até porque não vejo muitas pessoas falando sobre isso nas comunidades.

Por mais que eu tenha achado o cabo muito bonito, ele tem alguns contratempos. Ele fica um pouco embaraçado, e as tranças não são muito apertadas, o que faz o cabo abrir em alguns espaços, perde um pouco a simetria do trançado. Foi uma pena mesmo, porque eu realmente curtia a estética dele. Por exemplo, o plugue P2 dele eu acho uns dos mais bonitos dos IEMs que tenho ou já tive. Ele também tem suas qualidades, tipo, é fácil de guardar, é leve, tem um toque macio da superfície.

Os Earhooks são outro ponto negativo que também não me agradou. OK, são confortáveis, mas o plástico utilizado nos earhook são muito flexíveis, eles não dão aquele ‘grip’, e isso influencia até mesmo no encaixe do fone.

Os conectores MMCX eu não tive problema, embora eles rotacionam um pouco, bem pouco mesmo, na verdade acho que não chega nem a rotacionar de fato, a questão é mais porque não são 100% estáveis. Eu já experimentei com outro cabo e pra minha surpresa essa questão da rotação foi reduzida a quase zero, então fica aí a observação de que talvez mudando de cabo isso possa ser solucionado. Há de se investigar mais a fundo.

O Chin Slider (encurtador), eu achei que não tem muita serventia. Ainda que não seja o menos funcional dos que já testei, mas a peça tem um furo muito grande e de uma forma ou de outra acaba deslizando pelo cabo mais facilmente.

Eartips. O pacote que vem com o fone é interessante: em silicone e em Foam (espuma). As de silicone vem em dois formatos: bocal aberto e bocal mais fechado, ambas nos tamanhos P/M/G. A Foam (espuma) vem apenas de um tipo, nos tamanhos M/G. Por incrível que pareça, não aparentam ser de boa qualidade, porém são boas sim, e em termos de funcionalidade – ao meu entender – funcionam muito bem.

Eu usei por muito tempo as de silicone tamanho G (com o bocal mais fechado), mas atualmente eu estou usando uma Spinfit CP100. Então, essa será a eartip que fará parte da avaliação do fone.

Encaixe. O encaixe do P1 é um pouco controverso, algumas pessoas reclamam, outras não… No meu caso eu acho que o encaixe dele é tipo 50-50, por um lado eu não tenho nenhum grande problema, mas acredito que poderia ser melhor, por quê? Porque ele fica meio que “flutuando”, “solto”, a Shell é bem pequena e fina, faz com que ele não encoste no fundo da concha do meu ouvido, tipo, não é igual a alguns fones feitos em resina que ficam bem “assentados” no ouvido. Talvez pessoas com o ouvido muito pequeno até consigam um encaixe muito bom, como meu ouvido eu considero tamanho médio, ficou só bom.

Uma questão que pode melhorar a fixação dele no ouvido é usando uma Foamtips (ponteira de espuma), entretanto, eu já aposentei as ponteiras desse tipo e só uso de silicone. Então, eu optei pela Spinfit, porque das eartips que eu tinha aqui, ela era a que me dava um ‘grip’ (agarro) maior.

Conforto. Quanto ao conforto é tranquilo, já que o fone é pequeno e dificilmente ele vai dar pontos de pressão no ouvido, pelo menos comigo não deu. O fone é todo feito em metal, possui um excelente acabamento externo, e traz aquela sensação mais fria ao toque que os fones feitos em metal trazem. O peso é OK, não acho que causa incômodo, mesmo se usando ele por muitas horas. Ele é bem discreto (no sentido do tamanho), não fica parte protusa pra fora do ouvido. Acho a questão do encaixe mais importante do que o conforto nesse fone, se a pessoa conseguir um bom encaixe, no conforto não terá preocupação. É um IEM que eu indicaria pra pessoas que possuem ouvido pequeno.

Case. O fone vem com uma Case revestida em couro sintético e com feche magnético. A Case é muito boa, porém muito estreita, pra guardar o fone você precisa enrolar o cabo na ponta de três dedos da mão, o que não o torna um acessório tão prático, é preciso um pouco de calma e paciência pra enrolar o cabo da forma certa.

Curiosidades que percebi… A primeira é, esse fone tem uma relação interessante com a eletricidade, acredito também que em parte seja o aterramento do meu sistema… Quando eu uso ele com os pés calçados, a superfície dele fica lisa ao toque, quando estou com os pés no chão porém descalço, a superfície fica com uma sensação de estar texturizada quando passo a mão. A segunda curiosidade é que – até onde acompanhei – esse fone possui 3 versões com algumas características diferentes. A primeira versão foi a enviada para os reviewers logo que o fone foi fabricado, é possível notar que a Case tem um acolchoado interno de outra cor. A segunda versão é essa que eu tenho aqui, o interior da caixa do produto é cinza. E a terceira versão, o interior da caixa já é totalmente preta.

A observação que faço é que talvez esse fone não seja tão simples quanto tirar da caixa e plugar num celular. Acho que é preciso estar ciente de que possivelmente você terá que investir um pouco mais do que apenas o valor do fone. Talvez você precise mudar o cabo, e isso eu não falo nem por causa da oxidação que o meu teve, e sim porque o cabo que vem pode trazer algumas complicações quanto ao encaixe, se você pesquisar vai ver que pouquíssimos proprietários continuam com o cabo original hoje em dia, a grande maioria fez a troca. Eu achava que era onda dos caras mas não, tem fundamento. Outra coisa, eartips, talvez você também precise gastar mais dinheiro com isso, realmente isso também pode influenciar no encaixe. E por último, a questão da amplificação, ou seja, vai ter que gastar com um amplificador também. Já dá pra ver que esse é um fone que possui um custo que pode ultrapassar o valor inicial do produto.

ASPECTOS SONOROS:

Esse fone já está comigo faz um bom tempo, mas eu preferi esperar pra fazer a análise quando eu estivesse com um amplificador. Com a chegada do Earstudio HUD100 MK2, acredito que já é o suficiente pra poder fazer a review, apesar que daqui pra frente possa ser que um amplificador mais forte possa aparecer por aqui (nunca se sabe), mas já está OK pra review, então eu usarei o Tin HiFi P1 com o Earstudio HUD100 MK2.

A assinatura sonora do P1 eu descreveria como Neutro-Analítica, porque ele tende a ter uma apresentação bem coerente e mais uma pequena ênfase na região dos agudos. Esse é um fone que precisa ter um pouco de calma e atenção pra não entender de forma equivocada. Eu mesmo vinha de um fone com bastante grave e quando peguei o P1 meio que estranhei. A amplificação também é uma questão importante nesse fone, e será abordada no parágrafo dedicado à amplificação. Outra observação, esse fone não perdoa música com distorção, ele mostra mesmo os ruídos que estão na gravação.

Vamos começar pelos graves do P1. Em termos quantitativos eu poderia dizer que eles são graves moderados, você vai escutar mais a região dos médio-graves, embora sem muita ênfase. A região do sub-grave eu acho que falta presença, porque o fone já tem ali uma queda (roll off) dos médio graves pra trás. Não é que ele seja desprovido de grave, ele tem grave, mas eu colocaria como aquele grave que acompanha a música, nem se destaca nem sofre carência. Agora, definitivamente esse não é um fone pra quem curte um grave com mais intensidade.

Em termos qualitativos, acho que ele tem suas virtudes, ele tem boa definição e passa uma sensação de ser “limpo”, a depender do estilo de música que se escuta isso pode ser muito bom porque não rouba a cena. Também tem uma resposta que eu considero rápida, e não invade os médios. O impacto de um bumbo de bateria é bem preciso, sem soar abafado ou muito encorpado, você consegue ouvir com clareza sem ser exagerado. Agora, um ponto não tão positivo do P1 é que o grave falta extensão, ele tem essa queda nos subs que faz com que ele não chegue de forma tão vívida nas frequências mais baixas. Mas isso também é muito relativo porque a gente espera que o fone seja perfeito, e isso é muito difícil, eu prefiro mais sub grave e menos médio grave, mas eu entendo que em determinadas circunstancias o oposto vai ser o que vai encaixar melhor.

Os médios desse fone não me passam sensação de recuo, embora também não me passem a sensação de extremo avanço, a medida encontrada foi muito bem acertada, parece que o fone é um híbrido que tem um driver dedicado só aos médios e que ele foi ‘tunado’ de forma magistral, o que na verdade não é, porque o fone só tem apenas um único driver.

As vozes são excelentes no P1, a forma como as elas se apresentam passa uma sensação de muita fidelidade às músicas, você ouve e nem se dá conta de que a música passou por um processo digital, manipulação e etc. Elas possuem muita clareza, muita transparência, muita definição, ótima presença, suavidade, e uma textura muito agradável à audição.

Tanto vozes masculinas como vozes femininas ficam interessantes, usando a metáfora do “cabo de guerra”, eu diria que as vozes femininas estão em vantagem sobre o lado das vozes masculinas, só que no fim das contas não há vencedor, há um empate técnico. Isso porque o P1 não consegue adicionar muito calor à vozes masculinas mais graves, nem muita intensidade a uma voz feminina do tipo soprano.

Os agudos seguem a desenvoltura dos médios e também são outra parte de destaque do fone. Pra vocês verem como a coisa é subjetiva, pra muitos, os médios do P1 são a melhor parte do fone, já pra mim, acredito que sejam os agudos, bem verdade eles estão um conectado ao outro, não dá muito pra perceber a passagem de uma região pra outra, pros meus ouvidos, claro.

Em termos quantitativos eu diria que os agudos do P1 são a parte que mais possui presença no fone, embora tenha também a questão da amplificação porque aí sem a amplificação os agudos podem ficar ainda mais destacados. Então numa escala de zero a dez, e que 5 seria uma zona de conforto, eu acho que os agudos do P1 ficariam ali entre 7 e 7.5 (pela minha perspectiva).

Já em termos de qualidade, é algo pra mim incrível, digo a vocês que a primeira vez que eu ouvi, meu cérebro não conseguiu assimilar, óbvio eu vinha de um fone com muito grave e logo achei que o fone era agudo puro… mas aí vem o trabalho da mente ir se acostumando e por fim, hoje eu consigo ter a dimensão da capacidade de resolução que tem essa região. É muita nitidez, detalhamento ao extremo (micro detalhamento), sensação de arejamento, transientes muito rápidos, possui brilho sem ser fatigante, tem boa extensão, não apresenta sibilância. É fato que ele tem uma pequena coloração que deixam os agudos mais cristalinos, isso desagrada algumas pessoas, mas aí vai de gosto, pra mim é OK.

Eu acho os agudos do P1 muito palpáveis, tipo, instrumentos como, Sax, Trompete, Flugelhorn, parece que o músico tá tocando do seu lado. Chimbal então nem se fala, é de uma precisão tão grande que dá pra perceber o momento de um prato de Chimbal triscando o outro quando está um pouco aberto, e não é exagero não, quem ouve muito Jazz sabe que isso é bem comum de acontecer.

Palco sonoro. Devo confessar que nesse aspecto, a sensação de palco sonoro do P1 não é das maiores, ou seja, aqui possivelmente é um dos pontos em que esse fone poderia ser melhorado, e aí poderia ficar ainda melhor, na minha opinião. A sensação é mais fechada sim, tem uma característica de parecer estar próximo ao ouvido, sem muita profundidade, e em amplitude também o P1 não se destaca.

Separação instrumental. Mesmo não possuindo um sensação de muita amplitude e profundidade na questão do palco sonoro, em separação instrumental o P1 é muito bom. Dentre esses fones que já testei, talvez ele pode estar em primeiro ou segundo lugar, disputando ali com o FiiO FH3 quem leva o pódio de melhor separação instrumental (lembrando que isso pode variar também de acordo com a gravação e outros processos durante a produção da música).

Driver Flex. Sem problemas quanto a isso, planar magnético não produz driver flex, geralmente essa é uma característica dos drivers dinâmicos. Então, não há com o que se preocupar com o P1 quanto a isso.

Amplificação. Aqui é a grande questão desse IEM, esse fone é um verdadeiro vampiro. Realmente necessita de um amplificador que faça ele tocar corretamente. Eu usei ele sem um equipamento que pudesse dar uma empurrada legal, então eu achava ele até mais “brilhante” do quê vejo hoje com a ferramenta mais adequada (e ainda sabendo que tem coisas até mais indicadas pra tal). Eu já testei com o meu notebook, com dongles, e até com DAP em saída balanceada e ele não ficou do jeito que eu esperava. Daí eu agora tô usando conectado com o DAC/AMP Earstudio HUD100 MK2 na saída H-P (High Power), e acho que o som realmente se soltou. Por incrível que pareça, o produto é bem compacto mas empurrou o P1 da forma que até então eu não tinha escutado, por isso eu acho que pra mim ele foi essencial pra fazer essa avaliação. Eu sei que talvez ainda não seja a coisa mais acertada, ou quiçá eu posso estar exigindo demais (só o tempo irá dizer), mas pelo menos o que posso presenciar aqui é um som diferente de o P1 sem amplificação correta e com a amplificação correta.

ASPECTOS MUSICAIS:

Com relação aos estilos que pude testar, o P1 também tem as suas ressalvas e não é todo o gênero que vai ficar muito bom com ele. Claro, cada um escuta música do jeito que lhe for mais conveniente, mas eu estou relatando aqui sobre a minha perspectiva.

Infelizmente o P1 pra mim não é um fone que combina com os seguinte estilos: Música Eletrônica, Hip Hop, Rap, Rock, Blues, Pop, Metal, Reggae, Axé. Por quê? Porque o grave não deu liga, esses ritmos precisam de uma boa dose de grave, você vai tentar aumentar pra buscar o grave mas não vai adiantar (mesmo com muita amplificação), porque esse é o comportamento que o grave do fone possui. Outra coisa, em algumas situações, alguns sons mais médios e agudos ficaram beirando a fadiga auditiva, principalmente com música que possui muito efeito (EDM, por exemplo).

Rock. Confesso que Rock o problema não foi a questão do grave (pra mim na situação), e sim a questão de que ouvir esse gênero por muito tempo com esse fone poderia me causar uma certa fatiga. E também porque esse fone mostra muito algumas distorções na música, acaba irritando um pouco.

Samba ficou bom, mas eu diria que não é o melhor fone pra esse ritmo. Eu achei que ficou melhor com músicas com pouca instrumentação. O P1 é um fone que vai bem com músicas mais acústicas, tipo voz e violão, ou alguns poucos instrumentos acompanhando.

Pagode. Ficou com muita informação dos instrumentos de frequência mais aguda, você mal consegue absorver tanta instrumentação. E eu achei que faltou uma pequena dose a mais nos graves.

Sertanejo. Na boa, Sertanejo não ficou ruim não, ficou ligeiramente “bright”, mas eu acho que não pegaria esse fone só pra ouvir esse ritmo não, acho que teve fones que foram até melhor com esse ritmo do que o P1. Vou colocar como não combinou.

MPB combinou, é um gênero que combina com tudo (ou quase tudo), bem verdade tem muita coisa diferente na música popular brasileira, mas vocês tem acesso aí na playlist as músicas que foram utilizadas, então dá pra ter uma base do tipo de som que foi analisado.

Música Clássica eu achei que ia ser o ritmo mais fatigante, quebrei a cara, foi exatamente o oposto, o mais confortável, não sei explicar, parece que o som ficou todo em uma linearidade só, sem altos e baixos. Talvez as masterizações estejam influenciando algo aqui, não tenho como afirmar. Se tivesse algo a melhorar na apresentação, eu diria que só o palco sonoro.

Forró ficou ótimo, pra quem busca uma apresentação mais tranquila e analítica, pode ser uma alternativa. Um pouquinho mais de grave pra mim ficaria perfeito, mas consigo ouvir do jeito que tá tranquilamente.

Jazz. Esse é o gênero para qual o P1 foi feito, certamente que foi, não tenho dúvidas. Se ele não combina tão bem com outros estilos, com Jazz ele é absoluto. Não tenho muito o que falar, eu escuto Jazz e esse é o fone pra quem curte o gênero, não ouvi até hoje nada parecido com o que esse fone faz com ritmo.

Bossa Nova também ficou muito bom, a única ressalva que faço é que a voz ganhou um pouco mais de destaque do que a parte instrumental, pelo menos nas músicas que ouvi aqui. Mas isso não é um problema, até porque quem estiver procurando por isso, fica a dica.

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Gosto é subjetivo, então aqui vai a lista dos estilos musicais que eu achei que combinaram mais com esse fone. Lembrando que foram apenas alguns gêneros testados e alguns poucos artistas. Se eu coloquei que combinou com tal estilo e outro não, não significa que você não possa ouvir o seu gênero musical preferido com este fone e adorar. Então, aí vai:

Combinaram:

Jazz
Bossa Nova
Clássica
MPB
Samba

Forró

Nem tanto:

Eletrônica
Pop
Rock

Metal
Reggae
Rap
Hip Hop

Blues
Sertanejo

Pagode
Axé

MÚSICAS TESTADAS:

Dire Straits – Sultans of Swing
Jack Thammarat – Back to the Start
Slayer – Angel of Death
Pantera – The Great Southern Trendkill
Deicide – Once Upon the Cross
Entombed – Left Hand Path
Immortal – Norden on Fire
Mayhem – Freezing Moon
Dimmu Borgir – In Death’s Embrace
Iron Maiden – Aces High
Angra – Carry On
Korn – Freak On a Leash
Slipknot – Left Behind
Paramore – Monster
AC/DC – Moneytalks
KISS – Heaven’s On Fire
Scorpions – Rock You Like a Hurricane
Jethro Tull – Locomotive Breath
Pink Floyd – Time
The Rolling Stones – Wild Horses
Queen – I Want to Break Free
Kings of Leon – Supersoaker
Red Hot Chili Peppers – Californication
The Strokes – You Only Live Once
Coldplay – Viva La Vida
Charlie Brown Jr – Lutar Pelo Que é Meu
Sade – Cherish The Day
Eric Clapton & B.B. King – Ten Long Years
Clube de Patifes ft. Luiz Caldas – Hey Mama
Stevie Ray Vaughan – Pride and Joy
Gary Clark Jr – Catfish Blues
Jimi Hendrix – Little Wing
Kenny G – Songbird
Boney James – Full Effect
Dave Holland Quintet – Prime Directive
Kenny Wheeler – Seven Eight Nine (part 1)
Keith Jarrett Trio – You’ve Changed
Diana Krall – Where or When
Enya – May It Be
Loren Allred – Never Enough
Bob Marley & The Wailers – Is This Love
Edson Gomes – Malandrinha
Adão Negro – Louco Louco
Gregory Isaacs – Cool Down The Pace
Diamba – Miscigenação
Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites
Armin van Buuren – This Is What It Feels Like
The Timewriter – Tenda Count
Alok – Piece of Your Heart (remix)
Hardwell feat. Amba Shepherd – Apollo [Mix Cut]
Tom Jobim – Desafinado
João Gilberto – Sampa
Roberto Menescal & Andrea Amorim – O Barquinho
Caetano Veloso & Maria Gadú – O Quereres (ao vivo)
Gilberto Gil – Aos Pés da Cruz (ao vivo)
Djavan – Pecado (ao vivo)
Chico Buarque – Renata Maria (ao vivo)
João Bosco – Mano Que Zuera
Vanessa da Mata ft. Ben Harper – Boa Sorte/Good Look
Ed Motta – Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa
Ney Matogrosso – O Tempo Não Para
Rita Lee – Doce Vampiro
Lenine – Martelo Bigorna
Kid Abelha – Como Eu Quero
Negra Li – Venha
Luiza Possi – Over The Rainbow
Michael Jackson – Beat It
Madonna – Like a Virgin
George Michael – Careless Whisper
Daft Punk – Give Life Back to Music
Adele – Rolling in The Deep
Geraldo Azevedo – Chorando e Cantando
Dominguinhos – Preciso do Teu Sorriso
Flávio José – Tareco & Mariola
Alcymar Monteiro – Lindo Lago do Amor
Fernando e Sorocaba – Vendaval/Bala de Prata (ao vivo)
César Menotti & Fabiano – Só Mais Uma Verdade
Paula Fernandes – Jeito do Mato
Zezé Di Camargo & Luciano – O Defensor (ao vivo)
Diogo Nogueira ft. Hamilton de Holanda – Salamandra
Paulinho da Viola – Onde a Dor Não Tem Razão
Luiz Melodia – A Voz do Morro (ao vivo)
Jorge Aragão – Coisa da Pele (ao vivo)
Mart’nália – Cabide
Mumuzinho – Eu Mereço Ser Feliz (ao vivo)
Pixote – Coisas do Amor/Você Pode (ao vivo)
Harmonia do Samba – Molejinho
Sabotage – País da Fome: Homens Animais
Emicida – Rotina
Eminem – Lose Yourself
Filipe Ret – Neurótico de Guerra
The Weeknd ft. Daft Punk – Starboy
Chiclete com Banana – Meia Lua Inteira (Capoeira Larará)
Ara Ketu – Ara Ketu Bom Demais
Banda Eva – Beleza Rara
Filhos de Jorge – Vai Que Cola “Melanina”
Vivaldi – Violin Concerto in E Major, RV 269, No. 1, Spring: I. Allegro
Tchaikovsky – The Nutcracker, Op. 71, Act 2: No. 13 Waltz of the Flowers
Mozart – Serenade in G Major, K. 525 “Eine kleine Nachtmusik”: 1. Allegro
Chopin – “Grande valse brillante” in E-Flat Major, Op. 18

Link da Playlist:

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