TRI METEOR

>>Caso você seja novo aqui, recomendo que leia a página “Apresentação”<<

INTRODUÇÃO:

A TRI Audio é uma empresa chinesa fabricante de fones de ouvidos intra-auriculares (IEMs) e acessórios de áudio. A TRI também é conhecida por ser uma empresa irmã da KBEAR, ao que tudo indica, são empresas de um mesmo grupo porém com propostas diferentes, a TRI tem um lado mais sofisticado quando o assunto são fones intra-auriculares.

Essa é a minha primeira experiência com produtos da marca, então hoje eu irei avaliar o TRI METEOR. O preço oficial do fone é de $109 dólares (USD), mas na época de lançamento o fone estava por $99 dólares. Também é possível encontrar com algum desconto quando em épocas promocionais. Até o momento o fone foi apenas produzido na cor preta.

A TRI não possui site ou loja oficial, eles compartilham a loja da KBEAR ou também da KEEPHiFi, que é uma das distribuidoras dessas empresas, e que por sinal foi o local proveniente da aquisição do fone. Então eu vou colocar os links da KEEPHiFi e vocês fiquem à vontade caso sintam interesse em buscar mais informações sobre o produto nesses links (não é afiliado).

Link da KEEPHiFi :

https://keephifi.com/

https://keephifi.com/products/tri-meteor

https://pt.aliexpress.com/store/5206018

https://pt.aliexpress.com/item/1005003653028971.html

ESPECIFICAÇÕES:

Híbrido:
(1) Driver Dinâmico (DD) de 10mm revestido de Berílio
(1) Armadura Balanceada (BA) Knowles ED-29689
Frequência: 20Hz – 20kHz
Sensibilidade: 105±3dB SPL/mW
Impedância: 12±2Ω
Plugue: 3.5mm reto
Tamanho do cabo: 120cm
Conectores: 2 PIN (2 pinos) 0.78mm (removível)
Material da shell: Resina de Egger
Peso do fone (um lado): 4g (sem ponteira)

ASPECTOS FÍSICOS:

Eartips (ou ponteiras/borrachinhas). Vieram dois tipos diferentes em silicone, umas “normais” com o tubo colorido, nos tamanhos PP/P/M/G/GG, e outras nas cor preta em estilo “wide bore” (bocal aberto), nos tamanhos P/M/G. Não tenho costume de usar eartips wide bore, então, eu usei as eartips normais no tamanho M (tubo branco).

Essas que vem com o tubo colorido são boas, não senti necessidade de fazer troca por outras, são macias e confortáveis, foi possível achar a sonoridade do fone com elas. Agora, se vocês notaram, o fone não veio com ponteiras de espuma (Foamtips), é a única observação que eu faço, ainda que eu não use esse tipo de ponteira, mas tem quem use, então, acho ideal a empresa disponibilizar, e não custa muito.

Cabo. Uma palavra pra resumir esse cabo seria: funcional. Ele é bem leve, bem maleável, fácil de guardar, não embaraça muito (só mais na região dos earhooks que engancha um pouco, o que é normal dos cabos com earhook). Ele pega um pouco de memória em sua extensão, mas é coisa bem discreta, não afeta a saúde do cabo. Em questão de microfonia, também é muito pouco, coisa que passa despercebido. Possui redutor de tensão (strain relief) na parte do plugue 3.5mm.

A observação que faço desse cabo é que a textura é diferente dos outros que já testei, traz uma sensação de plástico mais barato, é muito lisa a superfície, foi uma surpresa quando peguei o cabo em mãos, mas isso não incomoda não, é só um detalhe mesmo. E outra coisa é que as tramas não são grudadas umas às outras, tipo, se você empurrar no sentido contrário elas se abrem, porém não perdem a forma, elas voltam pro lugar.

Os “Earhooks” (ganchos de orelha). Eu costumo dizer que o encaixe de um fone já começa aqui… Felizmente os earhooks do Meteor tem uma ótima curvatura, encaixaram muito bem nos meus ouvidos, tem um grau de flexibilidade interessante (ainda que eu preferisse que ele fosse um pouquinho mais rígido). A observação que faço é que a peça – o earhook – meio que acompanha as ondulações do cabo, e assim, na ocasião aqui não me causou desconforto, mas já usei outro desse tipo que senti um pouco de incômodo quando usei por muito tempo.

Conectores 2 PIN. O fone vem com os conectores 2 pinos, que na minha opinião é melhor do que MMCX. Só o fato de não rotacionar, já vale a escolha. O detalhe aqui é que, nem o fone, nem os conectores, possuem o indicativo de lado para saber qual encaixar, o que vem é apenas a cor vermelha embaixo de um dos conectores. Como eu já tenho mais prática, sei que o lado vermelho é o lado direito, mas quem não tem experiência e pega um fone assim pela primeira vez, pode se confundir. PS: também não há nada explicando no manual.

O “Chin Slider” (aquela peça que ajusta a divisão dos cabos que vão para os falantes). Funciona e muito. Pra quem se interessa por esse tipo de ajuste, esteja ciente de que o chin slider do cabo vai funcionar corretamente com a proposta da peça.

Encaixe. O encaixe do Meteor me lembrou bastante o encaixe do Audiosente DT300, que na ocasião foi um fone com ótimo encaixe. Colocou e já foi, não precisei ficar ajustando nem nada, a estabilidade do fone no ouvido ficou perfeita, sem balançar. A inserção no canal auditivo eu considero média. O fone tem um bom isolamento. Que eu tenha notado, apenas um pouquinho de “shell” ficou pra fora do meu ouvido, coisa pouca. Acho esse fone uma boa pedida pra quem quer utilizar um IEM como retorno de palco e não tem muita grana pra investir em um fone ‘custom’ (com o molde do ouvido da pessoa).

Conforto. O conforto do Meteor também é outro ponto de destaque, isso porque o fone é bem leve, e bota leve nisso, parece que não tem nada dentro, mas como a shell é meio transparente, dá pra ver os drivers, os tubos de passagem do som, e também o crossover (placa que divide as frequências entre os drivers). O fone é bem liso e curvilíneo, tem um caráter anatômico muito bom, mal dá pra sentir que está com um fone no ouvido, ideal pra ficar por longas horas escutando e não sentir incômodo. Pessoas com um ouvido muito pequeno aí sim pode ser que o fone fique um pouco apertado, mas tô hipotetizando, meu ouvido eu considero tamanho médio e ficou OK.

As vezes vejo a galera muito focada no som e esquece do encaixe e do conforto. Eu dou muita importância nessa parte, porque tipo, se você tem um fone que tem um som OK e um conforto & encaixe excelente, você consegue ficar com o fone. Agora, se você tem um fone com som muito bom, mas o conforto & encaixe não são bons, aí não adianta porque só vai passar estresse… é fone caindo, balançando, apertando o ouvido, pesando na orelha, etc, etc, etc… Pra mim não tem como. Minha opinião.

Case (ou estojo de guardar o fone). Ótimo Case, gostei bastante. É todo feito com uma espécie de couro sintético e revestido internamente com um tecido aveludado. O fechamento da tampa é por meio de magnetismo (tenho preferência). Como ele tem a parte de cima e a de baixo em curvas, geralmente eu deixo na posição vertical pra ele ficar em pé.

De acessórios inclusos no pacote, vem um pano de microfibra e uma escovinha de limpeza. Sinceramente, não entendo muito a opção por esse tipo de acessório, pra mim eu preferia que eles cortassem isso e investissem em coisas que fazem um resultado mais completo, como a inclusão de mais eartips, ou até de um cabo mais resolvido (minha opinião).

PS: O fone não possui tela de proteção no bocal contra cera de ouvido, então, é preciso ficar atento a esse detalhe caso você seja uma pessoa que produz muita cera.


ASPECTOS SONOROS:

A sonoridade do TRI Meteor eu considero Warm-Neutral (quente-neutro). Ele também tem influência da curva de compensação da Harman (Harman target 2019). Basicamente eu poderia adiantar que ele tem um “boost” nos graves e nos médio-agudos, e um notável recuo na região dos agudos. É um fone que eu considero que pode se encaixar como “divertido”, porém não se enquadraria como um fone energético, tipo, pra quem vem de fones como os KZ’s por exemplo, pode sentir a diferença da “adrenalina” que os fones da KZ imprimem. O TRI Meteor é um fone que está mais voltado a uma sonoridade escura, relaxada, do que uma sonoridade fria/brilhante, analítica.

Vamos começar pela região dos graves. Em termos quantitativos, eu acredito ser a região de maior destaque nesse fone, tem uma boa presença na região dos sub-graves e médio-graves. Sub-graves são até os mais presentes nessa região dos graves. O fone não apresenta sensação de decaimento (roll-off) nessa região. Não seria um fone tão apropriado pra Bassheads, mas tenho certeza que muitos não iriam se sentir frustrados com a quantidade que aqui há, eu por exemplo, me senti satisfeito, eu curto grave, mas sem exageros. Em algumas situações o grave do Meteor até que se destaca bastante, mas isso varia conforme o grave que vem da gravação musical.

Em termos qualitativos, os graves do Meteor são bem autoritários, tem bastante corpo, do tipo que a depender da música você sente uma vibração no ouvido. Eles conferem a característica de deixar a apresentação mais quente, e com a sensação de mais preenchimento. A extensão é muito boa, você sente o sons das frequências mais subterrâneas. O impacto é bem audível, mas não é aquela porrada seca, é algo mais cheio, volumoso. Achei os graves do Meteor um pouco lentos pro meu gosto, mas eles não chegam a embolar a apresentação não, nem invadir os médios. Não são lamacentos, não são estrondosos, agora, em matéria de definição acho que eles deixaram um pouquinho a desejar, isso porque o fone clama ter DD revestido por Berílio, então minha expectativa era de algo mais refinado.

Os médios. Aqui nos médios temos a típica zona média dos fones com a curva da Harman (Harman Target) ou também de alguns V-Shapes (desenho em V). Tem ali no começo um recuo mas depois acaba subindo com mais destaque pra região dos médio-agudos. Então assim, a batida de uma caixa de bateria, por exemplo, no Meteor vai soar sempre bem macia, sem agressividade, sem coloração. Já, guitarras, vozes, pianos, ficam com boa presença, boa definição e clareza, tudo soa muito coerente, nada ultrapassa o limite da normalidade.

A região dos médios no Meteor são a melhor parte do fone, então as vozes também não seriam diferente. O fone consegue desenvolver bem com ambos os estilos de vozes, masculinas e femininas. Pra minha surpresa, não houve um estilo de voz vencedora, deu empate técnico. Tanto cantoras com timbres mais altos, tanto cantores com timbres mais baixos, o fone conseguiu imprimir fidelidade na apresentação.

Chegando na região dos agudos, em termos quantitativos, aqui é onde eu acho que o fone se faz mais recuado. A presença dos agudos é mais retraída, inclusive se alguém caracterizar esse fone como “escuro” (dark), acho que estaria certo também, depende muito da perspectiva de quem está avaliando. Se usarmos o Moondrop Aria, por exemplo, eu coloquei os agudos do Aria com uma nota 6 numa escala de 0 a 10, já os agudos do Meteor eu diria que estão ainda mais baixos, entre 5,5 e 6. Pra quem sente muito incômodo com agudos mais altos, o Meteor é uma ótima pedida, porque dá pra ficar ouvindo ele por muitas horas sem sentir fadiga auditiva.

Em termos qualitativos, os agudos do Meteor possuem características positivas e não tão positivas (na minha opinião). Por ser uma região que já vem com menos quantidade, então toda a região vai soar de forma mais contida e suave, sem exagero, aquele tipo de agudo que está ali só pra acompanhar a apresentação. Não senti picos, nem estridência, não tem sibilância, não são agudos afiados, nem ríspidos… até aí você pensa: “então tudo ok”, é, mas quando passa pro lado do detalhamento, do brilho, do arejamento, e da extensão, aí realmente o fone tem um desempenho um pouco mais baixo do que eu esperava. Chimbais, pratos de bateria, carrilhão, triangulo, todos ficam muito polidos, eu particularmente gostaria de mais resolução aqui. Você vai ouvir os instrumentos, mas certamente com menos transientes, menos micro detalhamento, e menos definição.

Palco sonoro (soundstage). A sensação de palco sonoro no Meteor eu achei boa, ligeiramente acima da média. Pra mim tem boa profundidade e altura, o som não fica hora nenhuma com aspecto fechado/apertado, nem com sensação de estar muito próximo ao ouvido. Evidente que isso não faz ele saltar para a prateleira dos IEMs com palco sonoro de nível de ampla espacialidade, ele tem suas limitações, mas pelo menos as gravações que tem uma sensação de maior espacialidade, o fone conseguiu corresponder bem.

Separação instrumental. A separação dos instrumentos é boa/média, embora ainda ache que o palco sonoro seja uma tecnicalidade que se destaca um pouquinho mais que a separação instrumental nesse fone. A separação estéreo é boa, já a capacidade de localização dos instrumentos na apresentação foi que eu achei algo mais mediano (lembrando que isso pode variar também de acordo com a gravação e outros processos durante a produção da música).

Driver Flex. O Meteor tem um driver dinâmico (DD) de 10mm internamente, então sempre que tem um DD no fone, é preciso verificar se ele apresenta o barulho driver se movimentando ao inserir no ouvido. Felizmente o Meteor está livre desse problema de driver flex, todo o tempo que testei o fone, ele não apresentou tal característica.

Amplificação. Eu usei pra fazer a análise desse fone, o Radsone Earstudio HUD100 MK2 conectado ao notebook e plugado na saída padrão (menor potência). Só que eu também testei na saída H-P (High Power/maior potência) apenas pra ver se ele mudava muito com um pouco mais de amplificação. O que eu pude perceber foi que o Meteor não precisou de mais amplificação pra tocar bem, ou seja, ele tocou corretamente com a saída de menor amplificação do DAC/AMP. Eu usei ele sempre ali entre 35-50% de volume (utilizando a escala de volume do Windows).

Eu testei rapidamente também ele plugado na placa de áudio do meu notebook (Realtek HDA) e também no meu smartphone (Moto Z3 Play), e achei que o fone tocou bem sem precisar de amplificação dedicada.


ASPECTOS MUSICAIS:

Com relação aos gêneros musicais que eu pude ouvir com o TRI Meteor, o fone se saiu muito bem porque ele tem uma dose de grave legal, que pra mim combina com bastante gêneros musicais, é o jeito como eu prefiro alguns tipo de musicas. Outra coisa é que ele é totalmente livre de fadiga auditiva, então você começa a escutar e vai embora, esquece da vida.

Música Eletrônica. EDM ficou muito bom, o fone tem graves na medida, médios não agressivos, e agudos mais suaves, então dá pra ficar muito tempo ouvindo o gênero com o fone. EDM geralmente tem muito efeito agudo e efeito de percussão artificial, tipo caixa de bateria pra marcar o tempo da música, então às vezes tem fone que gera logo um pouco de rispidez nesses sons, aqui no Meteor isso não aconteceu, esses tipos de sons ficaram bem mais “amaciados”.

Hip-Hop e Rap. Ficou perfeito. Eu não busco muita articulação na região dos agudos pra esse tipo de gênero, busco mais um grave legal, que dê uma levantada no astral da música. Também não me importo muito se os médios são mais recuados ou mais pra frente, aqui no caso do Meteor as vozes ficaram bem destacadas, o que eu entendi como um ponto positivo.

Reggae. Ficou muito bom também, o grave deu um Groove legal ao gênero. Reggae é um gênero que tem muita marcação no chimbal de forma repetida durante a música, então aqui com esse fone eu não presenciei nenhum tipo de incômodo com isso, o instrumento ficou bem confortável. A sessão de Reggae foi aprovada.

Metal. O fone tem essa pegada mais warm (quente) e isso deixou os riffs de guitarra bem encorpados, com muito peso, aquela distorção calorosa, visceral. Pra Death, Trash, Doom (eu ouvi por fora da lista), o fone foi muito bem. Também são gêneros que geralmente tem muita atividade no chimbal e na caixa da bateria, e o fone deixou esses instrumentos bem calmos, em nenhuma música que escutei eles passaram do ponto, e isso ao meu ver é muito bom pra evitar a fadiga auditiva. Heavy Metal eu não curti tanto, achei que poderia ter um pouco mais de arejamento, mas isso não tirou a combinação do fone com o gênero.

POP. Ficou bom, uma sonoridade bem relaxada, como disse antes, esse fone eu não considero energético porque ele tem essa região dos agudos mais recuados, mas ele tem grave, que na ocasião não deixa o som ficar enfadonho ou sem diversão. Eu curti, pra mim tanto faz esse tipo de sonoridade ou mais energética pra ouvir esse gênero.

Rock. Foi um dos poucos fones que eu ouvi aquela introdução de Time – Pink Floyd e não senti que os agudos soaram altos demais. Todos os estilos de Rock que ouvi ficaram excelentes, assim como todas as músicas também. Fone muito indicado pra o gênero (minha opinião). Assim como o que eu disse lá em Metal, os riffs de guitarra aqui também ficaram bem quentes, viscerais, o famoso “pesadão”.

Blues. Blues ficou ótimo. Eu achei que por o fone ter agudos mais comedidos as guitarras iam ficar mais apagadas, mas felizmente isso não aconteceu, elas ficaram com uma boa quantidade, bem coerente…. um pouquinho a mais de energia pra elas seria bem vindo também, mas não impactou em nada na apresentação.

MPB. A sessão aqui foi muito confortável com esse gênero, as músicas iam passando e quando vi, me peguei ouvindo as músicas de forma descompromissada, sem fazer um “pente fino”. As vozes ficaram muito melódicas, o grave não passou do limite, nem os agudos. Honestamente eu já ouvi esse gênero com outros fones que me deram mais detalhamento, mas foram fones mais caros, então não dá pra ser muito crítico.

Samba e Pagode. Samba ficou bom, mas Pagode nem tanto. O que aconteceu foi que em termos de tonalidade ambos ficaram bons, mas a questão foi que Pagode por ser um ritmo mais pra frente e ter muita instrumentação, eu achei que faltou um pouco o fone ter uma separação instrumental melhor, em alguns momentos eu achei que deu uma embolada nos instrumentos.

Forró. Sem dúvidas um dos melhores gêneros que o fone tocou. A apresentação ficou bem “equilibrada”, como eu entendo que o gênero deve tocar. O Acordeon ficou bem destacado, as vozes também, Triângulos ficaram suaves, Zabumba na medida certa. Combinou!

Sertanejo. Poderia ter um detalhamento a mais para os instrumentos de corda, mas como sempre digo, não é um gênero que tenho costume de ouvir, então sinceramente, acho que essa questão é só pra quem realmente faz uma audição muito analítica do gênero, do contrário, pra quem só quer ouvir de forma relaxada, vai curtir como eu curti.

Axé. Foi uma decisão difícil, mas optei por não combinou. Porque eu achei que ficou um pouco escuro pro jeito como o gênero deve tocar (minha opinião). Pra mim mais energia é sempre bem vinda nesse ritmo. Mas isso é subjetivo, pra mim o KZ ZS10 PRO combinou mais, por exemplo.

Bossa Nova. Fiquei bem impressionado com esse gênero, eu até usei algumas músicas a mais do que as que estão na playlist pra avaliar o gênero. Todas as músicas que escutei com o Meteor, ele se saiu muito bem. O fone parece ganhar mais potencial com esses ritmos menos agitados e com menos instrumentação também, quando no caso um voz & violão, por exemplo.

Jazz. Aqui é aquela coisa, não é o tipo de sonoridade que eu prefiro quando vou ouvir esse gênero, e também teve a questão dos agudos mais recuados que me causaram uma sensação de menos detalhamento na apresentação, assim como a separação instrumental poderia ser melhor, pra o modo como eu costumo ouvir Jazz.

Música Clássica. A região média do fone ficou fantástica com esse gênero, mas aí vem a região dos agudos e tem essa questão do som ser mais discreto… foi bem difícil decidir, mas eu acho que quem procura ouvir esse gênero gostaria de ouvir mais detalhamento e mais separação instrumental, eu pelo menos procurei isso e não achei como desejava.


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Gosto é subjetivo, então aqui vai a lista dos estilos musicais que eu achei que combinaram mais com esse fone. Lembrando que foram apenas alguns gêneros testados e alguns poucos artistas. Se eu coloquei que combinou com tal estilo e outro não, não significa que você não possa ouvir o seu gênero musical preferido com este fone e adorar. Então, aí vai:

Combinaram:

Eletrônica
Hip Hop
Rap
POP
Reggae
MPB

Rock
Blues

Metal
Bossa Nova

Sertanejo
Samba
Forró

Nem tanto:

Jazz
Clássica
Pagode
Axé

MÚSICAS TESTADAS:

Dire Straits – Sultans of Swing
Jack Thammarat – Back to the Start
Slayer – Angel of Death
Pantera – The Great Southern Trendkill
Deicide – Once Upon the Cross
Entombed – Left Hand Path
Immortal – Norden on Fire
Mayhem – Freezing Moon
Dimmu Borgir – In Death’s Embrace
Iron Maiden – Aces High
Angra – Carry On
Korn – Freak On a Leash
Slipknot – Left Behind
Paramore – Monster
AC/DC – Moneytalks
KISS – Heaven’s On Fire
Scorpions – Rock You Like a Hurricane
Jethro Tull – Locomotive Breath
Pink Floyd – Time
The Rolling Stones – Wild Horses
Queen – I Want to Break Free
Kings of Leon – Supersoaker
Red Hot Chili Peppers – Californication
The Strokes – You Only Live Once
Coldplay – Viva La Vida
Charlie Brown Jr – Lutar Pelo Que é Meu
Sade – Cherish The Day
Eric Clapton & B.B. King – Ten Long Years
Clube de Patifes ft. Luiz Caldas – Hey Mama
Stevie Ray Vaughan – Pride and Joy
Gary Clark Jr – Catfish Blues
Jimi Hendrix – Little Wing
Kenny G – Songbird
Boney James – Full Effect
Dave Holland Quintet – Prime Directive
Kenny Wheeler – Seven Eight Nine (part 1)
Keith Jarrett Trio – You’ve Changed
Diana Krall – Where or When
Enya – May It Be
Loren Allred – Never Enough
Bob Marley & The Wailers – Is This Love
Edson Gomes – Malandrinha
Adão Negro – Louco Louco
Gregory Isaacs – Cool Down The Pace
Diamba – Miscigenação
Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites
Armin van Buuren – This Is What It Feels Like
The Timewriter – Tenda Count
Alok – Piece of Your Heart (remix)
Hardwell feat. Amba Shepherd – Apollo [Mix Cut]
Tom Jobim – Desafinado
João Gilberto – Sampa
Roberto Menescal & Andrea Amorim – O Barquinho
Caetano Veloso & Maria Gadú – O Quereres (ao vivo)
Gilberto Gil – Aos Pés da Cruz (ao vivo)
Djavan – Pecado (ao vivo)
Chico Buarque – Renata Maria (ao vivo)
João Bosco – Mano Que Zuera
Vanessa da Mata ft. Ben Harper – Boa Sorte/Good Look
Ed Motta – Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa
Ney Matogrosso – O Tempo Não Para
Rita Lee – Doce Vampiro
Lenine – Martelo Bigorna
Kid Abelha – Como Eu Quero
Negra Li – Venha
Luiza Possi – Over The Rainbow
Michael Jackson – Beat It
Madonna – Like a Virgin
George Michael – Careless Whisper
Daft Punk – Give Life Back to Music
Adele – Rolling in The Deep
Geraldo Azevedo – Chorando e Cantando
Dominguinhos – Preciso do Teu Sorriso
Flávio José – Tareco & Mariola
Alcymar Monteiro – Lindo Lago do Amor
Fernando e Sorocaba – Vendaval/Bala de Prata (ao vivo)
César Menotti & Fabiano – Só Mais Uma Verdade
Paula Fernandes – Jeito do Mato
Zezé Di Camargo & Luciano – O Defensor (ao vivo)
Diogo Nogueira ft. Hamilton de Holanda – Salamandra
Paulinho da Viola – Onde a Dor Não Tem Razão
Luiz Melodia – A Voz do Morro (ao vivo)
Jorge Aragão – Coisa da Pele (ao vivo)
Mart’nália – Cabide
Mumuzinho – Eu Mereço Ser Feliz (ao vivo)
Pixote – Coisas do Amor/Você Pode (ao vivo)
Harmonia do Samba – Molejinho
Sabotage – País da Fome: Homens Animais
Emicida – Rotina
Eminem – Lose Yourself
Filipe Ret – Neurótico de Guerra
The Weeknd ft. Daft Punk – Starboy
Chiclete com Banana – Meia Lua Inteira (Capoeira Larará)
Ara Ketu – Ara Ketu Bom Demais
Banda Eva – Beleza Rara
Filhos de Jorge – Vai Que Cola “Melanina”
Vivaldi – Violin Concerto in E Major, RV 269, No. 1, Spring: I. Allegro
Tchaikovsky – The Nutcracker, Op. 71, Act 2: No. 13 Waltz of the Flowers
Mozart – Serenade in G Major, K. 525 “Eine kleine Nachtmusik”: 1. Allegro
Chopin – “Grande valse brillante” in E-Flat Major, Op. 18

Link da Playlist:

Gráficos por TRI AUDIO:



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