AUDIOSENSE AQ4

>>Caso você seja novo aqui, recomendo que leia a página “Apresentação”<<

INTRODUÇÃO:

A AUDIOSENSE é uma empresa chinesa fabricante de fones de ouvido intra-auriculares e também acessórios de áudio como cabos, eartips e Cases. A empresa ganhou os holofotes da comunidade audiófila após lançar o T800, fone com 7 armaduras balanceadas por lado. O fone ganhou bastante repercussão por unir bom tuning e boa tecnicalidade, e tudo isso aliado a um preço acessível em comparação aos demais produtos semelhantes.

Eu já tive oportunidade de testar dois fones da marca, o DT200, e o DT300, ambos com configuração Multi-BA, isso é, fones apenas compostos por drivers de armaduras balanceadas (BAs). Hoje irei avaliar mais um fone da empresa, o AUDIOSENSE AQ4, fone híbrido de 1 driver dinâmico (DD) e 3 armaduras balanceadas (BAs) por lado.

O fone está sendo comercializado pelo preço de $159 dólares (USD) na loja oficial da Audiosense no AliExpress. É possível encontrar até um pouco menos do valor original quando em épocas promocionais da plataforma. O fone foi produzido com a resina na cor preta (black piano).

Link da AUDIOSENSE:

https://www.audiosense.cn/

https://www.aliexpress.com/store/3115056

https://pt.aliexpress.com/item/4000578779311.html

ESPECIFICAÇÕES:

Híbrido 1DD + 3BAs:
(1) Driver Dinâmico (DD) de 10mm
(3) Armaduras balanceadas (BA) Knowles
Frequência: 20Hz – 22kHz
Sensibilidade: 101dB
Impedância: 10Ω
Isolamento passivo: 30dB
Plugue: 3.5mm banhado a ouro (em L)
Cabo: 125cm (removível)
Conectores: MMCX
Material do cabo: 8 tranças 19 núcleos de cobre
Material da shell: Resina com impressão 3D
Peso: 5.2g (por lado)


ASPECTOS FÍSICOS:

Eartips (ou ponteiras/borrachinhas). Vieram 3 tipos de eartips no fone: 2 tipos em silicone e 1 tipo em ponteira de espuma (foamtips). Desses dois tipos em silicone, o primeiro modelo é meio que uma eartip “genérica” das Sony EP-EX11, e o segundo modelo é uma eartip mais simples, que vem com a maioria dos fones hoje em dia.

Se conferiram a review do DT300, já sabem que eu gostei muito dessas que são similares às da Sony, são bem macias e me proporcionam um conforto muito bom. Eu inclusive fiz a aquisição das Sony EP-EX11 pra testar em comparação com as da Audiosense. São bem parecidas mesmo, a diferença é ínfima, mas acabei achando que as da Audiosense levam uma discreta vantagem por causa da “maciez” do material utilizado. Assim, eu optei por fazer a análise do fone com essas ‘similares’ às da Sony, no tamanho M (tubo verde). O nome utilizado pela Audiosense pra essa eartip é: GT40S

Sobre as de espuma (foamtips), achei legal da empresa ter disponibilizado, eu particularmente não uso mais esse tipo, mas entendo que é importante ter no pacote porque sempre vai ter alguém que vai precisar.

Cabo. O cabo pra mim é o “calcanhar de Aquiles” do fone, quiçá da empresa. Já não é a primeira vez que falo sobre esse cabo, isso porque a empresa coloca o mesmo em basicamente todos os fones, às vezes muda a cor e tal, mas a disposição continua a mesma. Ele tem alguns pontos que eu considero positivo e outros nem tanto. Dos positivos, ele é bem leve e bem maleável, e isso é bom pra quando for guardar o fone no Case. A cor do cobre também chama muito a atenção, tem um brilho muito bonito. Também não percebi microfonia quando em uso. Agora, dos pontos que eu não acho tão legal é que: primeiro, ele pega memória; segundo, os earhooks não me agradam (vai ser abordado no parágrafo específico); terceiro, o plugue eu acho que tem um design e qualidade muito aquém do que o fone merece… lembra um plugue da KZ. Acho que está na hora da empresa evoluir nesse quesito, vejo outras empresas que fizeram upgrade nos cabos e a coisa melhorou, o próprio BQEYZ Autumn é um exemplo disso.

Earhooks (ou ganchos de orelha). Sei que essa parte da análise é muito subjetiva, inclusive tenho amigos que tem fones da Audiosense e nunca se incomodaram com os earhooks. Pra mim, a angulação é que não me agrada tanto, isso porque a peça não encosta no meu ouvido, fica meio que “flutuando”, assim o encaixe da peça nunca fica 100% “acomodada” nas minhas orelhas como eu gostaria.

Conectores MMCX. O fone possui conectores do tipo MMCX, e esse também é um ponto a se questionar. Eu tenho preferência por conectores tipo 2 pinos, agora, se o MMCX não rotacionar, já é ok pra mim. É o que acontece com o FiiO FH3, é MMCX porém não fica folgado (girando). Aqui no AQ4 ele não fica girando, mas também não é rígido ao ponto de não se mexer. Eu consinto que dos 3 fones da empresa que testei, esse é o que a conexão está mais estável.

Chin Slider (peça que regula a abertura dos cabos que vão para os falantes). A peça realmente funciona, e é uma das melhores que já testei, é preciso até um pouco de força pra deslizar a peça até o lugar desejado. Sendo assim, quem tem interesse em usar essa peça, podem ficar tranquilos porque essa daqui de fato cumpre com o papel que ela tem que desempenhar.

Encaixe. Parece ser um fone bem grande mas é só impressão, certamente pequeno ele também não é. Se acomodou bem nos meus ouvidos, ele tem um design que é voltado ao encaixe vertical, eu tenho prioridade aos fones horizontais, porém, esse aqui ficou bem encaixado, eu diria que se os earhooks fossem mais “acertados”, a estabilidade teria sido de 100%, no entanto, acho que ficou uns 95% estável, o que já é mais que o suficiente pra não ter problema algum de ficar ajustando toda hora, ficou isento desse tipo de problema. O fone ficou bem discreto nos meus ouvidos, sem partes protusas.

O isolamento eu achei muito bom (assim como todos os outros fones da Audiosense que testei), e a inserção eu achei de média pra funda. Os fones da Audiosense eu sempre imagino que são bons pra quem quer usar pra monitoramento de palco, se eu fosse músico profissional eu só trocaria o cabo pra ficar perfeito… Isso se eu fosse músico né, então, é só um pensamento alto… mas a real é que pode ser uma alternativa de baixo custo aos fones custom (CIEM).

Conforto. O fone é bem confortável, a qualidade da resina que a Audiosense usa é realmente uma das melhores, se não a melhor que já testei. O fone é leve e muito bem finalizado, o corpo é todo curvilíneo e sem pontos de pressão. A sensação de contato com o ouvido é muito agradável. Eu fiz algumas sessões de 2-3 horas direto e não senti desconforto durante o uso. A única observação que faço nesse parágrafo é que os fones da Audiosense geralmente tem um pouco mais de isolamento do que o habitual, e sendo assim, pode ser que gere um pouco de “pressão interna” no ouvido. Agora, dentre os 3 fones da empresa que já testei, o DT300 foi o que eu achei que gerou mais pressão interna, seguido do DT200 e depois do AQ4.

Case (ou estojo). Não sei o que aconteceu mas a Audiosense não colocou o Case “tanque de guerra” que vinham com os fones anteriores, ela optou por colocar um Case semirrígido e com zíper. Dizer a vocês que eu não curto esse tipo de Case, e esse que veio com o AQ4 ainda tem uma espécie de “limitador” nas laterais pra que o Case não abra completamente, o que na minha opinião não foi uma solução muito legal não. Como disse antes, é um “limitador”, então acaba que na hora de guardar o fone você não consegue abrir o Case totalmente, e isso gera uma certa dificuldade pra inserir o fone. Pode ser um preciosismo da minha parte, mas pra mim ao invés de facilitar, acabou dificultando.

De acessórios inclusos além do Case, veio uma escovinha de limpeza.


ASPECTOS SONOROS:

A sonoridade do AUDIOSENSE AQ4 eu considero como L-Shape (desenho em L), principalmente porque o fone tem um destaque a mais para a região dos graves. O som do AQ4 segue a linha dos fones Warm (quente) e “divertidos”. O fone tem uma sonoridade bem relaxada e “aconchegante”, do tipo que quando tocando com certos tipos de músicas, você fica horas ouvindo sem se preocupar com fadiga auditiva.

Os graves do AQ4. Em termos quantitativos, os graves são a região de maior destaque nesse fone, eles tem presença de sobra. É um fone que realmente tem bastante atividade na região dos sub-graves e também na dos médio-graves. Não é algo que seja exagerado, mas dos fones que eu testei ultimamente, o que mais se aproximou desses graves aqui foi o FiiO FH3, ainda que eu ache o FH3 com um pouco menos (coisa pouca). Eu diria que esse fone é para aquelas pessoas em que o principal tem que ser os graves. Digamos que o título “basshead” começa daqui pra mais. Agora, o interessante é que não foram graves presentes o tempo todo, dependeu muito do estilo da música, tipo, com sons mais acústicos eles soaram mais tranquilos.

Em termos qualitativos, os graves do AQ4 tem vida, tem massa, tem corpo, tem peso, são autoritários, tem boa definição, ótima extensão. Não invadem os médios, não são abafados, não são lamacentos, não são estrondosos (por incrível que pareça tocou Skrillex de forma normal). Em algumas situações o impacto foi vigoroso, aquela porrada firme, mas tudo controlado, sem estragar a apresentação (isso depende também da música que está escutando). Esse fone reproduz o som do baixo elétrico com muita desenvoltura, em algumas músicas até parece que o cara lá da mesa de som deu um empurrãozinho a mais no canal do baixo. Bumbo de bateria também fica com ótimo destaque.

Os médios do AQ4. Pra mim, tanto os médios quanto os médio-agudos são bem suaves, macios, e sem agressividade, o som se apresenta de forma bem linear entre ambas regiões. Eu diria que essa parte do espectro tende mais ao recuo do que ao “forward” (pra frente), mas o som não chega a ficar escuro, apenas o ‘warmth’ (calor) que é bem perceptível nessa região. A batida numa caixa de bateria tem sempre um toque de maciez e polimento, evitando a presença de rispidez na apresentação. Guitarras se apresentam com um timbre mais “morno”, pesado, encorpado.

As vozes ficaram com uma sensação de espacialidade bem interessante. Na minha opinião, o fone desenvolveu melhor com as vozes masculinas/graves, e isso não significa que as femininas/agudas ficaram ruins, por exemplo, pra quem não gosta de muita elevação dos médio-agudos, isso pode ser bom, mas pra mim, achei que elas ficaram devendo mais arejamento. Dito isso, vozes baixo/barítono conseguem extrair um nível de “ronco” bem legal, já as vozes altas/soprano ficam com um pouco menos de energia.

Chegando na região dos agudos, em termos quantitativos, os agudos do AQ4 seguem o caminho dos médios/médio-agudos e também entram na linearidade, algo como se não mudassem drasticamente de uma região pra outra. A presença pra mim foi bem acertada, no sentido de não ter nem muito nem pouco. Se fosse pra dar uma nota de 0 a 10, onde 5 seriam agudos “confortáveis”, eu diria que os agudos do AQ4 estão entre 6 e 6,5 (isso é subjetivo, mas é só pra ilustrar, se fossem agudos muito altos eu daria uma nota mais alta pra chamar a atenção). Não senti sensação de decaimento (roll-off) aqui nos agudos do AQ4. Eu acho que são agudos bons pra quem quer evitar a fadiga auditiva, agora, se tiver muita sensibilidade com essa região, os agudos do TRI Meteor são ainda um pouco mais suaves que os do AQ4.

Em termos qualitativos, os agudos do AQ4 tem um brilho cristalino mas sem soarem coloridos ou artificiais. Pude notar que a empresa fez uma correção do DT300 pra esse, pois não senti presença de picos na região dos agudos. Também não presenciei sibilância, estridência, ou rispidez. São agudos que possuem boa extensão, boa definição e bom detalhamento (mas não a nível de micro detalhamento). A marcação num prato de condução (ride) fica muito coerente, em proximidade ao real. Chimbais se apresentam de forma bem acertada, sem rispidez ou excessos. O carrilhão, que foi o instrumento que coloriu no DT300, aqui tocou da forma esperada, o brilho na medida e sem anormalidade.

Palco sonoro (soundstage). A sensação de palco sonoro no AQ4 eu achei muito boa/ótima. O fone tem uma espacialidade bem legal, e acho que ele desenvolve bem nas 3 dimensões: altura, largura e profundidade. Em momento algum ele soou apertado/abafado, e outra coisa interessante é que em algumas músicas eu senti que alguns instrumentos, e até mesmo as vozes, como se estivessem “flutuando” na apresentação, foi algo bem diferente mas eu fiquei com essa sensação.

Separação instrumental. A separação dos instrumentos eu achei um nível um pouco menor que soundstage, mas mesmo assim é boa. A imagem estéreo é ótima, você consegue ouvir tudo de forma satisfatória, só faltou uma gotinha extra de micro resolução no posicionamento dos instrumentos pra ficar melhor, mas num contexto geral é boa. Eu diria que o DT300 tem maior desenvoltura nesse quesito de separação do que o AQ4. Certamente também a separação do AQ4 é melhor do que de alguns fones “Single DD” que já testei (lembrando que isso pode variar também de acordo com a gravação e outros processos durante a produção da música).

Driver Flex. O AQ4 tem um driver dinâmico (DD) em sua composição, então é sempre bom fazer um teste pra “ver” se ele possui driver flex. Nos meus testes, o AQ4 não apresentou nenhum sinal de driver flex, nem mesmo eu pressionando com força os fones contra o meu ouvido. Lembrando que usei as eartips similares às da Sony nessa análise.

Amplificação. Eu usei pra fazer a análise desse fone, o Radsone Earstudio HUD100 MK2 conectado ao notebook e plugado na saída padrão (menor potência). Ao meu entender, o AQ4 é um fone super fácil de empurrar, e não necessita de amplificadores de alta potência pra fazer o serviço. Eu ouvi o fone sempre ali nos volumes entre 30% a 40% usando a escala de volume do Windows10. Não vi necessidade de testar na saída de maior amplificação porque o som já estava satisfatório com a saída de menor amplificação. Também fiz os testes direto da placa de áudio do meu notebook e direto no celular sem DAC/AMP dongle, ambos também tocaram o fone tranquilamente.


ASPECTOS MUSICAIS:

O AQ4 pra mim é um fone que combina com os gêneros que entram na linha do “divertido”, ou seja, músicas que precisam de uma dose a mais na região dos graves. Então, simplificando, EDM (Música Eletrônica), Hip-Hop, Rap, Reggae, POP, e até mesmo Rock, todos esses gêneros ficaram muito bons com esse fone, todas as músicas que testei se deram bem (na minha opinião). Pra mim, não tendo graves exagerados, é mais fácil de ouvir do que se faltar grave. Os graves do AQ4 tem bastante substância, mas não soaram excessivos (pra mim e pra esses gêneros)

Metal. Ficou ótimo! O fone tem bom soundstage, os riffs de guitarras ficaram bem viscerais, os chimbais sem rispidez, a apresentação sem sinal de causar fadiga. Pra mim, sem dúvida um dos melhores fones que eu já ouvi com o gênero (subjetivo).

Blues. Confesso que passou no teste mas não foi o melhor fone que já escutei o gênero, e das músicas da playlist, teve uma que o grave eu achei que ficou um pouco além do que eu gostaria, mas as demais ficaram boas, as guitarras tiveram um desempenho satisfatório, então, aprovado com correções.

MPB. Esse é um gênero fácil de combinar com muitos fones, agora, a cada música ou artista, as coisas podem ficar bem diferentes. Pra mim, voz e violão, ou até com alguns poucos instrumentos a mais na apresentação, o fone desenvolveu melhor, agora, com outras músicas, eu achei que o grave saiu um pouco do desejado. Sendo assim, declinei a combinação (momento raro pra esse gênero).

Samba e Pagode. Ambos os ritmos ficaram muito bons, o fone não embolou quando a multi instrumentação se fez presente, o grave ficou bom, o palco sonoro descompactou a apresentação… quiçá um pouco mais de separação instrumental, mas aí já tô sendo exigente demais.

Forró. A apresentação ficou muito divertida e relaxante, sem perder a qualidade. Todas as músicas que ouvi ficaram boas, assim como todos os instrumentos tocaram com harmonia e definição, zabumba, triângulo, acordeom e etc.

Sertanejo. Tudo bem não tenho o costume de ouvir esse gênero, mas aqui foi mais ou menos o que aconteceu com MPB, eu achei que o grave passou um pouquinho do ponto pro meu gosto. Pode ser que outra pessoa escute e ache ótimo, enfim, é subjetivo, mas já ouvi o gênero com fones que tocaram melhor (pra mim).

Axé. Ficou bom. Poderia ter um pouquinho mais de energia pra ficar melhor, mas no contexto geral eu pude me satisfazer com a sonoridade, e também acredito que outras pessoas também irão.

Bossa Nova. Aqui eu achei que seguiria a mesma onda de MPB, porém pra minha surpresa não foi, ficou bom, pelo menos as músicas que eu ouvi ficaram todas boas, o grave não passou do ponto.

Jazz. É uma questão de gosto, eu não curti porque o fone tem essa pegada mais warm (quente) e também tem graves mais destacados, eu prefiro algo mais bright/analítico e com mais micro detalhamento pra ouvir esse gênero.

Música Clássica. Na real, eu curti, achei que o palco sonoro fez toda a diferença, a apresentação ficou bem ampla e o grave não me incomodou. Eu ouviria esse gênero com esse fone sim.


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Gosto é subjetivo, então aqui vai a lista dos estilos musicais que eu achei que combinaram mais com esse fone. Lembrando que foram apenas alguns gêneros testados e alguns poucos artistas. Se eu coloquei que combinou com tal estilo e outro não, não significa que você não possa ouvir o seu gênero musical preferido com este fone e adorar. Então, aí vai:

Combinaram:

Eletrônica
Hip Hop
Rap
POP
Reggae
Rock
Blues

Metal
Clássica
Samba
Pagode
Bossa Nova

Forró
Axé

Nem tanto:

Jazz
MPB
Sertanejo

MÚSICAS TESTADAS:

Dire Straits – Sultans of Swing
Jack Thammarat – Back to the Start
Slayer – Angel of Death
Pantera – The Great Southern Trendkill
Deicide – Once Upon the Cross
Entombed – Left Hand Path
Immortal – Norden on Fire
Mayhem – Freezing Moon
Dimmu Borgir – In Death’s Embrace
Iron Maiden – Aces High
Angra – Carry On
Korn – Freak On a Leash
Slipknot – Left Behind
Paramore – Monster
AC/DC – Moneytalks
KISS – Heaven’s On Fire
Scorpions – Rock You Like a Hurricane
Jethro Tull – Locomotive Breath
Pink Floyd – Time
The Rolling Stones – Wild Horses
Queen – I Want to Break Free
Kings of Leon – Supersoaker
Red Hot Chili Peppers – Californication
The Strokes – You Only Live Once
Coldplay – Viva La Vida
Charlie Brown Jr – Lutar Pelo Que é Meu
Sade – Cherish The Day
Eric Clapton & B.B. King – Ten Long Years
Clube de Patifes ft. Luiz Caldas – Hey Mama
Stevie Ray Vaughan – Pride and Joy
Gary Clark Jr – Catfish Blues
Jimi Hendrix – Little Wing
Kenny G – Songbird
Boney James – Full Effect
Dave Holland Quintet – Prime Directive
Kenny Wheeler – Seven Eight Nine (part 1)
Keith Jarrett Trio – You’ve Changed
Diana Krall – Where or When
Enya – May It Be
Loren Allred – Never Enough
Bob Marley & The Wailers – Is This Love
Edson Gomes – Malandrinha
Adão Negro – Louco Louco
Gregory Isaacs – Cool Down The Pace
Diamba – Miscigenação
Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites
Armin van Buuren – This Is What It Feels Like
The Timewriter – Tenda Count
Alok – Piece of Your Heart (remix)
Hardwell feat. Amba Shepherd – Apollo [Mix Cut]
Tom Jobim – Desafinado
João Gilberto – Sampa
Roberto Menescal & Andrea Amorim – O Barquinho
Caetano Veloso & Maria Gadú – O Quereres (ao vivo)
Gilberto Gil – Aos Pés da Cruz (ao vivo)
Djavan – Pecado (ao vivo)
Chico Buarque – Renata Maria (ao vivo)
João Bosco – Mano Que Zuera
Vanessa da Mata ft. Ben Harper – Boa Sorte/Good Look
Ed Motta – Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa
Ney Matogrosso – O Tempo Não Para
Rita Lee – Doce Vampiro
Lenine – Martelo Bigorna
Kid Abelha – Como Eu Quero
Negra Li – Venha
Luiza Possi – Over The Rainbow
Michael Jackson – Beat It
Madonna – Like a Virgin
George Michael – Careless Whisper
Daft Punk – Give Life Back to Music
Adele – Rolling in The Deep
Geraldo Azevedo – Chorando e Cantando
Dominguinhos – Preciso do Teu Sorriso
Flávio José – Tareco & Mariola
Alcymar Monteiro – Lindo Lago do Amor
Fernando e Sorocaba – Vendaval/Bala de Prata (ao vivo)
César Menotti & Fabiano – Só Mais Uma Verdade
Paula Fernandes – Jeito do Mato
Zezé Di Camargo & Luciano – O Defensor (ao vivo)
Diogo Nogueira ft. Hamilton de Holanda – Salamandra
Paulinho da Viola – Onde a Dor Não Tem Razão
Luiz Melodia – A Voz do Morro (ao vivo)
Jorge Aragão – Coisa da Pele (ao vivo)
Mart’nália – Cabide
Mumuzinho – Eu Mereço Ser Feliz (ao vivo)
Pixote – Coisas do Amor/Você Pode (ao vivo)
Harmonia do Samba – Molejinho
Sabotage – País da Fome: Homens Animais
Emicida – Rotina
Eminem – Lose Yourself
Filipe Ret – Neurótico de Guerra
The Weeknd ft. Daft Punk – Starboy
Chiclete com Banana – Meia Lua Inteira (Capoeira Larará)
Ara Ketu – Ara Ketu Bom Demais
Banda Eva – Beleza Rara
Filhos de Jorge – Vai Que Cola “Melanina”
Vivaldi – Violin Concerto in E Major, RV 269, No. 1, Spring: I. Allegro
Tchaikovsky – The Nutcracker, Op. 71, Act 2: No. 13 Waltz of the Flowers
Mozart – Serenade in G Major, K. 525 “Eine kleine Nachtmusik”: 1. Allegro
Chopin – “Grande valse brillante” in E-Flat Major, Op. 18

Link da Playlist:


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