LETSHUOER S12

>>Caso você seja novo aqui, recomendo que leia a página “Apresentação”<<

INTRODUÇÃO:

A LETSHUOER, anteriormente conhecida como SHUOER, é uma empresa chinesa fabricante de produtos de áudio, tal como fones intra-auriculares, DAC/AMP Dongles, e acessórios de áudio. Fundada em 2016, a empresa precisou recentemente rebatizar o nome devido ao antigo nome já estar registrado nos EUA, ou seja, continua sendo a mesma empresa, só foi precisou mudar o nome.

Em 2019, a empresa fez um grade frisson na comunidade audiófila após lançar o Shuoer TAPE, fone híbrido com um Driver Dinâmico e um Driver Magnetostático por lado. No finalzinho de 2021, a empresa reaparece com mais um fone, e que também está causando uma grande alvoroço nos entusiastas de áudio. O fone em questão é o LETSHUOER S12.

O LETSHUOER S12 é um fone composto por um driver Planar Magnético em cada lado. O fone está sendo comercializado na loja oficial da LETSHUOER no AliExpress pelo valor de $149 dólares (USD). Na Early Bird (época de lançamento) o produto chegou a custar $129 dólares (USD). O fone foi lançado em duas cores: Nebula Grey (cinza escuro) ou Frosted Silver (prata fosco).

Link da LETSHUOER:

https://letshuoer.net/

https://shuoer.pt.aliexpress.com/store/911136067

https://pt.aliexpress.com/item/1005003720687354.html

ESPECIFICAÇÕES:

(1) Driver Planar Magnético de 14.8mm por lado
Sensibilidade: 102±1dB @1kHz
Frequência: 20Hz-20 kHz
Impedância: 16Ω @1kHz
Conector 2Pin (2 pinos) de 0.78mm banhado a ouro 
Plugue: 3.5 mm ou 4.4mm (bal.) banhado a ouro (reto)
Cabo: Monocristalino de cobre banhado a prata
Tamanho do cabo: 125cm
Cor da Shell: Prata ou Cinza
Material da Shell: Liga de alumínio
Peso: 12±0.3g por lado


ASPECTOS FÍSICOS:

Eartips (ou ponteiras/borrachinhas). Achei que a empresa disponibilizou um ótimo pacote. São dois tipos de ponteiras de silicone e um tipo em ponteira de espuma. As de silicone foram bem escolhidas – na minha opinião – principalmente as de cor cinza claro (toda cinza), são muito macias, tem uma textura bem lisa e eu achei elas muito confortáveis. Então, essas “toda cinza” no tamanho M, foram as eartips que eu usei pra avaliar o S12. Detalhe, eu empurrei elas um pouco além do limite permitido no bocal, assim elas ficaram uma parte já sobre o corpo do fone. O outro modelo de silicone fornecido é um estilo mais tradicional, mas que também são boas, só que como eu me dei tão bem com as “toda cinza”, então acabei que optei por nem testar com esse segundo tipo.

Se não me engano, essa é a primeira vez que vejo uma empresa disponibilizar ponteiras de espuma (foamtips) nos tamanhos P/M/G, porque geralmente só mandam tamanho único. Como todos sabem, eu já aposentei as ponteiras de espuma, uso só de silicone hoje em dia.

Cabo. O cabo é sem dúvidas um dos itens que mais chamam a atenção nesse fone. Ele tem um brilho prateado muito bonito, e também umas listras mais escuras – estilo um cobre mais escuro – que faz a composição do cabo. Eu poderia dizer que ele não é um cabo tão leve, com muitas horas de uso se mostrou ser um cabo um pouco pesado. Ele também é meio grosso, assim, parrudo, mostra ser um cabo bem resistente, diferente do que tenho visto no habitual. A textura é lisa, porém traz uma sensação assim como se fosse uma mangueira de borracha transparente, mas não diminuiu a qualidade do cabo não (minha opinião). Não pega memória, e microfonia foi bem pouco.

Os “Earhooks” (ganchos de orelha). Aqui temos o primeiro ponto a se observar com mais atenção. Eu achei que os earhooks tem um ângulo muito aberto. Acontece que o conector já tem um perfil comprido, então, acaba os earhooks ficando com um arco maior ainda (mais alto). Agora, felizmente isso não causou tanto impacto como já aconteceu com outros fones que já testei, porque no resumo da opera, acabou que a parte final do earhook tem uma curvatura que proporciona um “agarro”, e aí a estabilidade ficou Ok.

Conectores 2 PIN. O fone vem com conectores de 2 pinos (o inimigo do MMCX), então, tudo OK, a conexão não fica rotacionando, não tem problema em tirar e colocar, etc e tal, só vejo vantagens nesse tipo de conector. Ponto positivo pro S12. Sinceramente não sei o porquê algumas empresas ainda insistem em usar MMCX.

O “Chin Slider” (aquela peça que ajusta a divisão dos cabos que vão para os falantes). Se deu pra perceber nas fotos, o cabo tem uma pecinha transparente que – em teoria – seria pra fazer o ajuste da abertura entre os lados direito e esquerdo, só que na prática, não sei se cumpre com o pretendido. Isso porque se você tá com o fone no ouvido (os dois lados), a peça até fica ali parada, mas se você por exemplo tirar o fone do ouvido e juntar os dois lados, a peça escorrega. Então, se essa peça for importante pra você, fica o aviso de que ela pode lhe deixar na mão em algum momento.

Encaixe. Eu achei o encaixe do S12 muito bom, engraçado é que pra mim ele ficou com um fit horizontal, mas acredito que pra algumas pessoas ele possa tender ao vertical, isso vai depender da anatomia do ouvido de cada um. Eu me dou um pouco melhor com fones de encaixe na horizontal, mas isso é muito subjetivo, eu também já testei fones na vertical que ficaram muito bons. O fone ficou bem discreto nos meus ouvidos, sem parte protusa pra fora da orelha, a estabilidade ficou ótima, não preciso ficar ajustando nem nada, colocou e já foi. Já nas fotos dá pra ver que ele tem um tamanho que é maior que o Tin P1, só que na ocasião, o S12 consegue ter um acomodamento melhor do que o P1 (pra minha experiência aqui). A inserção eu achei de rasa pra média (claro, a eartip também influencia nesse fator). O isolamento eu achei médio, não é a melhor coisa pra quem busca essa característica não, nesse sentido os fones da Audiosense (DT200 e DT300) são melhores, ou até mesmo o TRI Meteor também tem mais isolamento.

Conforto. O conforto segue a linha do encaixe, bom também. O fone é bem leve, eu até estranhei quando peguei em mãos. Por ser feito de metal eu esperei que fosse um pouco mais pesado, claro, também não chega a ter o mesmo peso de um fone de plástico, mas às vezes eu acho até que o cabo dá mais peso do que o próprio fone. Não senti nenhum ponto de pressão, o design é bem curvilíneo, não tem bordas afiadas, nem sinais de má construção. O fone se mostrou bem confortável com audições de duas horas direto, sem remover do ouvido. Por mais de duas horas eu achei que o cabo tivesse acrescentando um pouco de peso, mas pode ser uma questão de adaptação, eu já tive algo parecido com outro fone, nos primeiros dias eu senti ali uma coisinha mas depois desapareceu.

Case (ou estojo). O Case é semirrígido e com zíper. É bem bonito, parece um couro sintético, mas é só o grafismo da superfície mesmo que tem uns detalhes. Nas fotos pode parecer que o Case é grande, porém não é pra tanto, o fone entra topado ali dentro, então, poderia ser um pouco maior só pra entrar com folgas. Eu tenho uma preferência por Cases rígidos e com magnetismo na tampa, mas essa que veio no S12 é boa, me agradou.



ASPECTOS SONOROS:

A sonoridade do S12 eu considero como V-shape (desenho em V), então já sabem, é o incremento nos graves, médios um pouco mais recuados, e agudos mais pra frente. Na minha concepção, o S12 é um fone que priorizou bastante a questão técnica, mas ele não é muito da eufonia, às vezes eu sinto como se faltasse um pouquinho mais de emoção na apresentação (pra mim), e acho que isso em parte se dá porque, por mais que ele tenha uma boa quantidade graves, ele não é fone que eu vejo como Warm (quente), ele tende ao Bright (frio/brilhante), então, o som fica meio “cru”, você vai ouvir as músicas de uma forma muito bem executada, mas possa ser que em algum momento você sinta a falta de um calor a mais. Claro, isso é subjetivo, possa ser que outra pessoa esteja procurando exatamente isso, eu tô apenas relatando minha experiência com o fone.

Iniciando pela região dos graves. Em termos quantitativos, os graves do S12 são sim bem presentes, a medida aqui é bem acertada ao ponto de nem ter graves em excesso nem em falta (na minha opinião). Eles tem sub-graves, e eu diria que tem um leve destaque a mais nos médio-graves, mas felizmente não foi algo que fez os graves soarem focados em médio-graves, a diferença é discreta, digo isso porque eu prefiro mais subs do que médio-graves.

Não sinto roll-off (decaimento) dos graves, o fone consegue reproduzir sons mais profundos, agora, ele só não tem a característica de ir aumentando essa capacidade de ouvir sons mais subterrâneos, é como se ele estabelecesse um limite: “vocês vão ouvir até essa quantidade aqui e pronto”, então, bassheads, fiquem atentos, porque em algum momento pode aparecer algum que vai dizer “eu gostaria de um pouquinho mais de força aqui nessa região”. Por exemplo, o FiiO FH3 é um fone que eu acho que os sub-graves vão “aumentando”.

Em termos qualitativos, os graves do S12 já são a porta de entrada pra mostrar a elevada tecnicalidade do fone. São controlados, limpos, rápidos, definidos, bem articulados, não invadem os médios, o impacto é mais seco. Ou seja, dito tudo isso, os graves não tem sensação de estrondo, de inchaço, de abafamento, ou de serem lamacentos, disso daí os graves do S12 estão livres. São graves realmente bem polidos, você consegue ouvir com mais distinção os instrumentos, tipo, um bumbo de bateria, a pancada é mais apertada/contida. Baixo elétrico é como se o baixista tivesse usando uma caixa amplificada de ótima qualidade, o som fica bem preciso.

Os médios. Essa região no S12 tem mais ênfase lá pros médio-agudos, enquanto que os médios de fato tem um leve recuo. Então, caixa de bateria por exemplo, soa de uma forma mais comedida, a pancada é mais suave, sem agressividade no som. As tecnicalidades continuam, mesmo sendo um fone em V, essa é uma região de boa transparência, boa definição, e bom timbre, comparado a outros fones que já testei com esse mesmo tipo de assinatura.

As vozes no S12 conseguem manter uma boa dose de clareza e resolução. Ambos os tipos de vozes – masculinas e femininas – ficaram boas aqui nesse fone, mas certamente as vozes femininas conseguem ter um desempenho melhor. Vozes soprano e mezzo soprano ficam com um destaque bem acertado e nunca chegam a soar agressivas. Já vozes barítono e baixo, o fone não consegue aquele ronco mais profundo, mas não chega a remover toda texturização desse tipo de voz não, ele só não é o melhor que há nesse quesito (na minha opinião).

Agora a região dos agudos. Em termos quantitativos, aqui seja o ponto que merece receber mais atenção nesse fone. Essa é sim uma região que eu considero mais pra frente, indiscutivelmente a presença é mais destacada em algumas circunstâncias. Digo isso porque em algumas músicas específicas (e com alguns instrumentos específicos) eu senti que os agudos estavam “audíveis” demais, tirando um pouco a sensação de fidelidade da apresentação, sendo assim, adicionando um pouco de coloração ao som. Agora, o fone não se transforma em um “treblehead” por causa disso, eu por exemplo consegui ouvir tudo perfeitamente sem sentir fadiga. A questão aqui é deixar o aviso pra quem tem muita sensibilidade aos agudos.

Em termos qualitativos, os agudos do S12 continuam a questão da boa capacidade técnica. São agudos que possuem uma ótima sensação de definição, arejamento, clareza, e extensão. Os transientes também tem ótima velocidade. O nível de detalhamento é bom, e eu poderia dizer que chega a micro detalhamento, porém ainda acho que não bate o nível de um Tin P1, nem de um IKKO OH1S. A única questão que ressaltaria nesse fone é o que relatei no parágrafo anterior, e aí os agudos podem ficar com um brilho mais cristalino, mais finos, mas fora isso, não percebi estridência, rispidez, ou sibilância. Solos de guitarra ficam com um bom ataque, notas de bandolim ficam com muita precisão e agilidade, pratos de condução (Ride) se destacam na marcação sem soarem afiados, chimbais são coerentes e definidos sem soarem ríspidos.

Palco sonoro (soundstage). A sensação de palco sonoro no S12 eu achei boa, certamente já é melhor do que o Tin P1 nesse quesito, mas tá abaixo de um Audiosense DT300 ou um FiiO FH3 (na minha opinião). O som não se apresenta nem muito distante, nem muito próximo ao ouvido, então a profundidade dele é normal. Em altura e largura eu também achei normal, boa sensação mas não chega a criar uma impressão de grande espacialidade.

Separação instrumental. A separação instrumental eu achei boa/média, mas agora aqui nesse quesito acho que o Tin P1 leva vantagem. A imagem estéreo do S12 é boa, e dá pra ouvir com boa definição todos os instrumentos, agora, parece que estão mais centrados, como se convergindo ao centro, aí parece que não há muita distância entre eles (lembrando que isso pode variar também de acordo com a gravação e outros processos durante a produção da música).

Driver Flex. O S12 possui apenas Driver Planar Magnético, e até onde sei, esse problema de driver flex não atinge esse tipo de Driver. Nos meus testes aqui com o S12, eu posso afirmar que não notei nenhum som do tipo. Pra mim o S12 não tem driver flex.

Amplificação. Talvez uma parte importante a ser considerada na review. Eu usei pra fazer a análise desse fone, o Radsone Earstudio HUD100 MK2 conectado ao notebook e plugado na saída padrão (menor potência). Ou seja, toda análise foi apenas na saída de menor potência, eu usei um cabo 3.5mm, o volume ficou sempre entre 30 e 40%, assim, na minha opinião, o S12 não necessita de muita potência pra ser empurrado. Porém, eu também testei por fora ele na saída High Power (maior potência), e achei que ele teve sim um leve ganho no som, só que aí agora entra a questão do gosto, enfim, eu me satisfiz apenas usando o fone na saída mais fraca do DAC/AMP. O fone rodou tranquilo direto da placa de meu notebook (Dell-Realtek), e também no meu smartphone (Motorola) sem DAC/AMP dongle.


ASPECTOS MUSICAIS:

Com relação aos gêneros musicais que eu pude ouvir com o S12, o fone é realmente um “All rounder”, ou seja, um fone que vai bem com bastante gêneros musicais (segundo as minhas preferências pessoais). Talvez fosse até mais fácil comentar apenas sobre os gêneros que não combinaram.

Música Eletrônica. Tocou muito bem. Como disse anteriormente, é um fone que tem grave, só que talvez não seja o tipo de grave pra qualquer pessoa, é um grave bem limpo e técnico, talvez bassheads queiram algo mais intenso, mais quente, eu presumo. Possivelmente colocando uma eartips que dê mais grave possa mudar alguma coisa, mas não cheguei a testar com outra além da stock.

Hip-Hop e Rap. Seguem a premissa de EDM. Pra mim todas as músicas ficaram bem executadas.

Reggae. Ficou bom, só a de Bob não ficou muito legal, o grave ficou meio “fraco”, mas entendo que é por conta da mixagem/masterização da música, mas tirando isso, todas as outras ficaram boas.

Metal. Eu achei que ficou ótimo, as músicas ficaram bem transparentes e com boa resolução. Por mais que o fone não seja um primor na separação instrumental, aqui o som ficou sem soar congestionado, também é um gênero que é muito veloz, e o fone deu conta do recado, é como se fosse uma audição mais analítica, consegue trazer muita informação, bateria por exemplo fica com muita definição, destaque pra chimbais e pratos de condução.

POP. Fone V-shape, com grave, com qualidade técnica, em um gênero fácil de tocar, o resultado não seria outro, combinou muito bem. Interessante que os POPs mais antigos da playlist o fone parece até que fez uma remasterização, não sei muito como explicar mas parece que “modernizou” as gravações.

Rock. Ficou muito bom também, a apresentação das músicas ficaram bem coerente. Esse fone é preciso se acostumar um pouco se você vem de fones mais quentes (Warm), porque como disse antes, ele é um fone que tende ao Bright, (tende ao bright mas não é bright), então tipo, a pessoa tá com um fone bem Warm por cerca de 1 ano e pula pro S12, pode estranhar inicialmente, mas depois de um tempo a sonoridade vai normalizando (ou não).

Blues. Gostei do timbre das guitarras, ótima energia e destaque. Se em outros fones eu coloquei que o gênero não combinou, foi certamente porque as guitarras não tiveram o mesmo desempenho como no S12. Satisfeito com o resultado.

MPB. Combinou fácil fácil, como sempre. É um gênero que tem muita coisa misturada, não segue uma coisa fixa, e o fone se adaptou bem a essas diferenças. Não tem muito o que acrescentar.

Samba e Pagode. Gostei de ambos os gêneros com o S12. Os instrumentos ficaram com um ótimo detalhamento, principalmente os instrumentos de corda: violão, cavaco, bandolim, etc. Destaque também pros instrumentos percussivos que ficaram com boa definição. Mesmo o fone não sendo um dos melhores em separação instrumental, eu achei que a apresentação não ficou congestionada.

Forró. Infelizmente não combinou, aconteceu o que eu disse na parte dos quantitativos dos agudos. De 4 músicas da playlist, duas ficaram daquele jeito, então eu declinei a combinação. Claro que a mixagem e masterização da música influenciou nesse quesito, mas até eu que tenho uma tolerância aos agudos achei que eles passaram do ponto nessa circunstância específica.

Sertanejo. Aqui não é um gênero que eu costumo ouvir mas achei que o S12 conseguiu desenvolver bem. Destaque para o ótimo detalhamento dos instrumentos de corda.

Axé. Ficou bom, não é o fone que tirou o melhor resultado com o gênero, mas num contexto geral conseguiu dar uma certa energia pra apresentação, e eu sempre entendo que esse gênero se dá melhor com fones mais energéticos. Ou seja, foi aprovado com correções.

Bossa Nova. Combinou também. Apesar deu colocar apenas 3 músicas do gênero na playlist, eu ouvi mais coisa por fora e achei que o fone se saiu bem com o gênero. Assim como MPB, não achei muita conta a pontuar não.

Jazz. Gosto é gosto, ainda não foi dessa vez, o outro planar (Tin P1) eu acho que tem uma sonoridade mais apropriada pra ouvir Jazz. Por mais que o S12 seja um fone com bom detalhamento, mas não bate o P1 nesse quesito, minha opinião. Certamente o S12 é um bom fone pra ouvir um Jazztrônica, algo mais moderno com a necessidade de um pouco mais de graves. Provavelmente se eu não tivesse escutado o P1, o S12 seria sim uma indicação pro gênero.

Música Clássica. Esse aqui foi difícil de decidir, porque também é um gênero que eu não escuto mais como antigamente, mas tipo, um concerto em piano, as notas mais graves se destacaram mais que no P1 por exemplo, então não tinha porquê eu declinar.


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Gosto é subjetivo, então aqui vai a lista dos estilos musicais que eu achei que combinaram mais com esse fone. Lembrando que foram apenas alguns gêneros testados e alguns poucos artistas. Se eu coloquei que combinou com tal estilo e outro não, não significa que você não possa ouvir o seu gênero musical preferido com este fone e adorar. Então, aí vai:

Combinaram:

Eletrônica
Hip Hop
Rap
POP
Reggae
MPB

Rock
Blues

Metal
Bossa Nova

Clássica
Sertanejo
Pagode
Samba
Axé

Nem tanto:

Jazz
Forró

MÚSICAS TESTADAS:

Dire Straits – Sultans of Swing
Jack Thammarat – Back to the Start
Slayer – Angel of Death
Pantera – The Great Southern Trendkill
Deicide – Once Upon the Cross
Entombed – Left Hand Path
Immortal – Norden on Fire
Mayhem – Freezing Moon
Dimmu Borgir – In Death’s Embrace
Iron Maiden – Aces High
Angra – Carry On
Korn – Freak On a Leash
Slipknot – Left Behind
Paramore – Monster
AC/DC – Moneytalks
KISS – Heaven’s On Fire
Scorpions – Rock You Like a Hurricane
Jethro Tull – Locomotive Breath
Pink Floyd – Time
The Rolling Stones – Wild Horses
Queen – I Want to Break Free
Kings of Leon – Supersoaker
Red Hot Chili Peppers – Californication
The Strokes – You Only Live Once
Coldplay – Viva La Vida
Charlie Brown Jr – Lutar Pelo Que é Meu
Sade – Cherish The Day
Eric Clapton & B.B. King – Ten Long Years
Clube de Patifes ft. Luiz Caldas – Hey Mama
Stevie Ray Vaughan – Pride and Joy
Gary Clark Jr – Catfish Blues
Jimi Hendrix – Little Wing
Kenny G – Songbird
Boney James – Full Effect
Dave Holland Quintet – Prime Directive
Kenny Wheeler – Seven Eight Nine (part 1)
Keith Jarrett Trio – You’ve Changed
Diana Krall – Where or When
Enya – May It Be
Loren Allred – Never Enough
Bob Marley & The Wailers – Is This Love
Edson Gomes – Malandrinha
Adão Negro – Louco Louco
Gregory Isaacs – Cool Down The Pace
Diamba – Miscigenação
Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites
Armin van Buuren – This Is What It Feels Like
The Timewriter – Tenda Count
Alok – Piece of Your Heart (remix)
Hardwell feat. Amba Shepherd – Apollo [Mix Cut]
Tom Jobim – Desafinado
João Gilberto – Sampa
Roberto Menescal & Andrea Amorim – O Barquinho
Caetano Veloso & Maria Gadú – O Quereres (ao vivo)
Gilberto Gil – Aos Pés da Cruz (ao vivo)
Djavan – Pecado (ao vivo)
Chico Buarque – Renata Maria (ao vivo)
João Bosco – Mano Que Zuera
Vanessa da Mata ft. Ben Harper – Boa Sorte/Good Look
Ed Motta – Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa
Ney Matogrosso – O Tempo Não Para
Rita Lee – Doce Vampiro
Lenine – Martelo Bigorna
Kid Abelha – Como Eu Quero
Negra Li – Venha
Luiza Possi – Over The Rainbow
Michael Jackson – Beat It
Madonna – Like a Virgin
George Michael – Careless Whisper
Daft Punk – Give Life Back to Music
Adele – Rolling in The Deep
Geraldo Azevedo – Chorando e Cantando
Dominguinhos – Preciso do Teu Sorriso
Flávio José – Tareco & Mariola
Alcymar Monteiro – Lindo Lago do Amor
Fernando e Sorocaba – Vendaval/Bala de Prata (ao vivo)
César Menotti & Fabiano – Só Mais Uma Verdade
Paula Fernandes – Jeito do Mato
Zezé Di Camargo & Luciano – O Defensor (ao vivo)
Diogo Nogueira ft. Hamilton de Holanda – Salamandra
Paulinho da Viola – Onde a Dor Não Tem Razão
Luiz Melodia – A Voz do Morro (ao vivo)
Jorge Aragão – Coisa da Pele (ao vivo)
Mart’nália – Cabide
Mumuzinho – Eu Mereço Ser Feliz (ao vivo)
Pixote – Coisas do Amor/Você Pode (ao vivo)
Harmonia do Samba – Molejinho
Sabotage – País da Fome: Homens Animais
Emicida – Rotina
Eminem – Lose Yourself
Filipe Ret – Neurótico de Guerra
The Weeknd ft. Daft Punk – Starboy
Chiclete com Banana – Meia Lua Inteira (Capoeira Larará)
Ara Ketu – Ara Ketu Bom Demais
Banda Eva – Beleza Rara
Filhos de Jorge – Vai Que Cola “Melanina”
Vivaldi – Violin Concerto in E Major, RV 269, No. 1, Spring: I. Allegro
Tchaikovsky – The Nutcracker, Op. 71, Act 2: No. 13 Waltz of the Flowers
Mozart – Serenade in G Major, K. 525 “Eine kleine Nachtmusik”: 1. Allegro
Chopin – “Grande valse brillante” in E-Flat Major, Op. 18

Link da Playlist:

Gráficos por TECHPOWERUP:



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