TIN HIFI P1 MAX

>>Caso você seja novo aqui, recomendo que leia a página “Apresentação”<<

INTRODUÇÃO:

A Tin HiFi é uma empresa chinesa fabricante de fones de ouvido intra-auricular e acessórios de áudio. Já estamos chegando no momento de “dispensa apresentação” com a Tin, é a empresa que mais fiz reviews de fones, são eles: Tin T2, Tin T2 EVOTin T2+Tin T3+Tin P1, Tin T1S, e agora o mais novo fone planar magnético da empresa, o Tin P1 MAX, ou Tin P1 MAX “Giant Panda”.

O Tin P1 MAX está sendo vendido na loja oficial da Tin HiFi no AliExpress pelo preço $189 dólares (USD), porém é possível encontrar o fone com desconto, saindo por volta dos $169-$165 dólares (USD). O P1 MAX foi apenas fabricado na cor preta.

Link da TIN HIFI:

https://www.tinhifi.com/

https://www.tinhifi.com/products/tinhifi-p1-max-official-website-priority-sale

https://tinhifi.aliexpress.com/store/912323289

https://pt.aliexpress.com/item/1005004145535844.html


ESPECIFICAÇÕES:

(1) Planar Magnético de 14.2mm por lado de “alumínio leve”
Frequência: 10Hz – 20kHz
Sensibilidade: 98 ±3dB @1kHz ±0.126V
Impedância: 16Ω ±15%
Potência Nominal: 5mW
Potência Máxima: 10mW
Distorção Máxima: 3% @1kHz ±0.126V
Plugue: 3.5mm (reto) banhado a ouro
Cabo: Único núcleo de cobre
Tamanho do cabo: 1.2m
Conectores: 2pin (2 pinos) 0.78mm
Material da shell: Resina
Peso: 4.8g (por lado)


ASPECTOS FÍSICOS:

Eartips (ou ponteiras/borrachinhas). Vamos começar pelas eartips porque temos muito o que conversar nesse tópico. Primeiro a parte física das ponteiras. Vieram 3 tipos de eartips no pacote, 2 tipos em silicone e 1 tipo em foamtips (espuma). Como já é sabido, foamtips eu não uso, mas é sempre bom vir no pacote, então Ok. Sendo assim, me restam os outros dois tipos em silicone, mas é aí que começa a coisa a ficar interessante.

As eartips pretas eu não me agradei, tanto em som quanto em forma física. Passei para as de cor cinza com o tubo vermelho, porém o grande detalhe, elas vieram com defeito de fabricação(!). Lembro que quando eu comecei a ouvir o fone achei que ele tava com desbalanceamento de canal, o som ficou estranho e eu sem entender, daí quando retirei e olhei o tubo, um lado estava menor que o outro, aí caiu a ficha, o fone não tinha nada, o problema eram as eartips.

Eu já tinha ficado meio cismado com o som que as stock estavam dando ao fone e acabei partindo pra uma solução que tinha aqui: SpinFit CP145 no tamanho M. Aí sim o fone começa a surgir pra mim de forma “correta”. Então, é de extrema importância que ao ler essa review você tenha sempre em mente que eu usei as CP145 no tamanho M. Sei que o melhor cenário seria eu ter avaliado com uma stock pra poder ser o mais fiel possível (ainda que seja algo subjetivo), mas devido ao problema com a fabricação, não teve outro jeito. Recomendo fortemente o uso do P1 MAX com a SpinFit citada.

Cabo. O cabo do P1 MAX é de cobre (banhado a cobre) e tem realmente uma coloração de cobre. Digo isso porque o cabo do P1 (original) tinha uma coloração mais clara e reluzente, já o do P1 MAX é mais escuro. Eu confesso que o cobre esteticamente não é o material que mais me agrada, mas o cabo do P1 MAX não fez feio. É um ótimo cabo, não é pesado, não pega memória, fácil de enrolar pra guardar, tem um revestimento bem liso, bom ao tato. É um cabo que quase nunca embaraçou, mas também quando embaraçou foi tenso viu (coisas de fone a cabo). Quem viu a minha review do Letshuoer S12, viu que o cabo foi um ponto que achei não tão positivo, porque ele se mostrou um pouco pesado com o passar do tempo, e já aqui no cabo do P1 MAX o quesito peso não incomodou.

Earhooks (ou ganchos de orelha). No momento do unboxing eu notei que o lado direito estava mais torto do que o lado esquerdo (saiu até na foto esse detalhe), mas com o uso ele foi voltando ao normal. Os earhooks eu achei muito bons, muito confortáveis, sinceramente esse tipo de earhook como se fosse um tubo – pra mim – tem se mostrado ser o melhor tipo, porque fica bem confortável.

Conectores 2 pinos. O P1 MAX vem com os conectores do tipo 2 pinos (2 pin), e pra mim é o melhor tipo mesmo. Os conectores vem com a indicação pela cor vermelho (lado direito) e azul (lado esquerdo). Já os fones tem as letras pintadas “L” e “R” (esquerdo e direito respectivamente).

Chin Slider (peça que regula a abertura dos cabos que vão para os falantes). Realmente funciona. Eu diria que é uns 95% de certeza de que não vai ficar deslizando, o material do cabo ajuda a não escorregar.

Encaixe. Aqui talvez seja um dos pontos que mais desperte receio quando a gente olha o design do fone. Ele passa a impressão de ser grande, só que na prática não é bem assim. Eu considero meu ouvido como tamanho médio/normal, e o P1 MAX encaixou tranquilamente. Certo esse é um ponto bem subjetivo, mas eu diria que o tamanho é o menor dos problemas. Vi algo bem semelhante no Audiosense AQ4, parecia ser bem grande, mas no ouvido ficou bem encaixado, sem drama. Por incrível que pareça, se o Tin T3+ foi o fone com melhor encaixe da Tin que testei, agora acho que ficou com o P1 MAX, o fone ficou ainda mais discreto e com menos parte protusa pra fora do ouvido. A estabilidade ficou muito boa, o fone não se mexe pra nada. Também não preciso ficar fazendo nenhum ajuste após a inserção, é um fone pronto pra colocar e ouvir (subjetivo né).

O isolamento eu achei muito bom, e a inserção eu achei de média pra funda. Agora, é preciso lembrar que eu fiz a substituição das eartips stock pelas CP145, então essas ponteiras tem um alcance um pouco mais fundo nos meus ouvidos, o que acaba me dando um pouco mais de selamento do meu canal auditivo (o grave aumenta com isso também né).

Conforto. O P1 MAX é um fone muito muito confortável, eu pude ficar horas escutando sem sentir incômodo. Geralmente eu não faço audições muito longas, é algo pessoal, eu não curto ficar muito tempo direto, eu faço sessões de 2-3horas no máximo e dou uma pausa. O fone não apresentou nenhum ponto de pressão nos meus ouvidos, a resina é bem lisa e de boa qualidade. O fone é bem leve, parece que nem tem driver dentro. Talvez pra quem tenha um ouvido muito pequeno possa ser que o fone fique muito justo ou até passando do ponto, aí só fazendo o teste mesmo.

Um ponto fraco que não podemos deixar passar é que o fone não veio com Case (estojo) rígido (ou semirrígido), apenas veio com uma sacolinha de tecido. Na minha opinião a Tin pecou e muito aqui nesse quesito. Pra um fone de $169 dólares, pegou mal eles não terem colocado algo mais robusto. O P1 original tinha, o T4 também tinha, então, houve um retrocesso (na minha opinião).





ASPECTOS SONOROS:

NOTA: É importante que você tenha lido a parte que descrevo sobre as eartips do fone, pois é lá que eu digo qual foi a ponteira utilizada para fazer a análise do som. Não precisa nem dizer que isso pode trazer mudanças significativas de como eu percebo a sonoridade do fone. Outra questão importante vai ser abordado no parágrafo em que descrevo sobre a “amplificação”.

A sonoridade do Tin HiFi P1 MAX “Giant Panda” eu considero como Warm-Balanced (Quente-Equilibrado). No meu entender, o som equilibrado tem um pouco de cada frequência, a distribuição é mais igualitária. Certo que eu cheguei a esse som por causa da troca das eartips, se não fosse esse detalhe o fone se inclinaria pra um lado mais comedido na região dos graves, então as eartips que eu estou usando fez com que os graves subissem um pouco. Da forma como eu escuto agora o fone se tornou muito mais divertido pra mim, um som realmente mais descontraído sem perder a qualidade.

Eu não tenho mais o Letshuoer S12 em mãos pra fazer um teste “side by side”, mas eu posso pontuar algumas diferença entre os fones de acordo com minha memória e anotações. O grave do S12 é mais limpo, mais técnico, entretanto não tem o mesmo “warmth” (calor) que tem o grave do P1 MAX, isso foi algo que eu achei um pouco diferente do S12 na época, porque ele soou muito técnico e acabou perdendo o caráter “divertido” em algumas circunstâncias (pra mim). Os agudos do S12 também são mais pra frente do que os do P1 MAX, isso acaba fazendo o S12 tender ao bright (frio/brilhante), é mais fácil de chegar uma fatiga auditiva (a depender do que se escuta e da sensibilidade do ouvinte). Certamente o S12 consegue ter um desempenho técnico maior que o P1 MAX, pelo que disse acima, você consegue ter a sensação de mais resolução na apresentação, por outro lado o P1 MAX traz uma característica mais emotiva, eufônica, um som menos “cru”.

Mas vamos voltar ao que interessa. Os graves do P1 MAX em termos quantitativos. [Lembrem-se das trocas das eartips!] Pra mim, os graves do P1 MAX tem uma boa presença, conseguem dar uma dose de diversão sem soarem exagerados, então a quantidade encaixou bem com quase tudo que eu escutei, na minha opinião ficou um grave bem equilibrado. Penso que não seria algo tão satisfatório pra um basshead, mas também não causa decepção.

O fone tem a característica de ter mais foco nos médio-graves do que na região dos sub-graves. Eu geralmente prefiro fones mais focados nos sub-graves do que nos médio-graves, porém a ênfase nos médio-graves não foi algo muito acentuado, então acabou que a sonoridade ficou mais próxima entre os subs e os médio-graves. Pra mim o fone não apresentou decaimento (roll-off) na região dos sub-graves, e sim um “decay” mais rápido, o som termina um pouco mais rápido.

Em termos qualitativos, os graves são encorpados, mais cheios, tem peso, tem autoridade, mas tudo dentro do controle. O impacto é audível e em alguns momentos até físico, porém sem exagero, tem a característica mais preenchida ao invés da porrada seca (depende do que se escuta também). Não são estrondosos, não são lamacentos e não invadem os médios. São graves que tem boa extensão e boa definição, porém essa definição não é algo que impressiona, tipo, os graves do Letshuoer S12 são mais limpos e definidos, sim. Contra baixo tem massa, alfaia tem força, violão você sente o som cheio ressoando de dentro da caixa.

Os médios do P1 MAX são um pouco recuados mas na região dos médio-agudos o fone volta a ter mais destaque, então temos um som que não é nem muito distante nem muito agressivo. Por exemplo, caixa de bateria você não tem aquela pancada seca, mais “pra frente”, a batida é mais suave, já guitarras conseguem imprimir uma boa energia. É uma região que pra mim tem boa transparência e boa definição, mas em termos de clareza ela não é tão forte, tipo, quando você coloca o fone, a região dos médio-agudos não vai ser aquela coisa frontal e “na cara”, é algo mais linear, “equilibrado”.

As vozes aqui eu achei que tiveram um desempenho melhor com as vozes masculinas – pode ter tido influência das eartips – do que com as vozes femininas, que ficaram boas mas não exatamente com a melhor performance que já ouvi para esse tipo de voz. As vozes mas graves/grossas o fone conseguiu extrair uma boa texturização, já as vozes mais altas/agudas, o fone segura o ataque e deixa um pouco mais suave.

Chegando na região dos agudos, em termos quantitativos, os agudos do P1 MAX tem boa presença e não passam do ponto. Pra mim os agudos estão bem “em linha” com os médio-agudos, você não sente desigualdade entre as frequências. Não presenciei decaimento (roll-off) nessa região dos agudos. O P1 MAX tem menos agudos do que o Letshuoer S12, por exemplo (em termos de quantidade), então pra quem teve ou quis evitar algum desconforto com os agudos do fone citado, o P1 MAX já é mais baixo nessa região, mas atenção, o P1 MAX não é um fone desprovido de agudos, não, ele tem agudos sim. De 0 a 10 em que 5 seriam agudos confortáveis, eu daria uma nota entre 6 e 6.5 pros agudos do P1 MAX.

Em termos qualitativos, os agudos possuem uma sensação de ótima resolução e trazem um brilho mais cristalino. Também possuem boa extensão e os transientes são muito bons, você consegue ouvir os sons de forma bem completa, sem achar que está perdendo alguma informação. Os agudos possuem um ótimo micro detalhamento, tipo, violão com cordas de aço você escuta os dedos arrastando pelas cordas, bem como o toque nas cordas soa bem nítido. Os agudos não são afiados, não são estridentes, não são ríspidos. O fone não é sibilante, mas com gravações que já tem uma sibilância evidente, ele mostra o problema. Outra coisa, gravações que tem uma certa energia nos chimbais, os agudos aqui também podem dar uma micro coloração, vai depender muito do que se escuta porque foram poucas as situações em que eu senti que o instrumento tava soando um pouco artificial.

Palco sonoro (soundstage). A sensação de palco sonoro eu achei muito boa. Ele tem tipo boa largura e boa altura, porém não tanta profundidade, mas o suficiente pro som não sair espremido ou como se estivesse grudado ao tímpano. É o fone da Tin que já testei que tem o maior soundstage. É bom lembrar também que a SpinFit CP145 pode ter contribuído de certa forma aqui.

Separação instrumental. A separação dos instrumentos eu achei muito boa. A imagem estéreo é boa e dá pra ouvir todos os instrumentos com muita definição e sem embolar em hora nenhuma. O fone consegue proporcionar uma ótima percepção do posicionamento dos instrumentos. Penso que pra um fone com apenas um driver em seu interior, o resultado aqui foi muito bom (lembrando que isso pode variar também de acordo com a gravação e outros processos durante a produção da música).

Driver Flex. O P1 MAX tem apenas o driver planar magnético em seu interior, então, até onde eu sei, não há problemas de driver flex com esse tipo de driver, geralmente é uma características dos drivers dinâmicos.

Amplificação. Esse é um ponto importante da avaliação. Quando eu comecei a ouvir o fone, coloquei pra tocar com a saída de menor potencia do DAC/AMP, logo vi que tinha alguma coisa estranha ali. Então troquei pela saída de maior potência – ainda que não seja uma grande diferença em números – e o som realmente tomou outra forma, mudou da água pro vinho, eu não tinha mais como escutar esse fone na saída de menor potência, porque pra mim ia ficar um som murcho, sem vida. Eu entendo que esse fone em específico se deu muito bem quando recebeu mais amplificação. Sendo assim, eu usei na análise do P1 MAX, o Radsone Earstudio HUD100 MK2 conectado ao notebook e plugado na saída “High Power” (maior potência do DAC/AMP). Pra mim ele não precisou de muito volume, ali nos 40% do níveis de volume do Windows10 ficou ótimo.


ASPECTOS MUSICAIS:

Eu achei o P1 MAX um bom “All Rounder”, fone que combina com bastante gêneros musicais. Entretanto, ele não é 100% porque a depender da gravação que se escuta, ele pode acrescentar algum artifício em uma região específica dos agudos. Coisa de 5% de todas as gravações que eu ouvi apresentou ali alguma coisa.

EDM (Música Eletrônica). Com a troca das eartips eu consegui uma ligeira subida na região dos sub-graves, o que fez eu escutar o gênero e achar que ele combinou com o fone. Eu gosto de graves e musica eletrônica sem grave é um erro, então, o P1 MAX imprimiu a diversão que eu entendo pro gênero.

Hip-Hop e Rap. O que é melhor do que você avaliar um gênero com um fone e acabar curtindo as músicas e esquecer que tá avaliando o fone? Pois é, nem precisa dizer que o gênero combinou. Não é um gênero que necessita de muita análise.

Reggae. Ficou ótimo, todas as músicas que escutei ficaram boas. O baixo tocou bem e deu o groove ao gênero. Eu fiquei um pouco com receio de encontrar algum problema com os chimbais aqui porque é um gênero que tem muita marcação com o instrumento, mas felizmente não apresentou nenhum problema aqui.

POP. Esse gênero é hiper fácil de combinar com muitos fones, aqui não foi diferente. Tendo grave pra mim já é meio caminho andado. Tocando o Rei do POP de forma correta, então tá mais do que aprovado!

Rock. Curti bastante, o soundstage do fone ficou bem legal pra o gênero. O timbre das guitarras também ficou muito bom, vocais ficaram com espacialidade, porém não tanto como eu senti no Audiosense AQ4. Todas as músicas que escutei da playlist ficaram boas. Achei o P1 MAX com uma pegada relaxada mas sem perder a qualidade da apresentação.

Metal. Se leram a parte dos agudos nos “aspectos sonoros”, viram que eu citei que em poucas situações o instrumento chimbal tocou de forma artificial (na minha opinião), então, duas músicas da playlist tiveram essa característica, “Once Upon The Cross – Deicide” e “The Great Southern Trendkill – Pantera”. E inclusive essa última colabora pra ver que a gravação tem certa influência nesse fator, porque apenas uma parte da música é que o chimbal apresentou a tal característica, no resto da música o instrumento volta ao normal. Eu pensei aqui, o fone é bom pra ouvir Metal, mas só aqui eu achei duas músicas que o chimbal ficou artificial, então, imagine um álbum todo assim?

Blues. Ficou muito bom, os instrumentos ficaram bem equilibrados e a apresentação ficou bem detalhada, o timbre das guitarras ficou muito bom para o gênero, basicamente semelhante o que presenciei com Rock. Ótimo fone pra quem curte Blues.

MPB. Também ficou muito bom, violão, percussão e vozes, achei que ficou com uma sonoridade muito agradável e com boa definição. O grande teste seria com a música “Pecado – Djavan”, ela tem um efeito de chimbal logo na introdução, felizmente passou tudo tranquilo, sem anormalidade.

Samba e Pagode. Eu achei que ficaram bons. Violão, bandolim, cavaquinho, e instrumentos de percussão, todos ficaram com boa definição. É possível ouvir os instrumentos tocando com boa separação. O fone também entrega uma quantidade de graves que me agradou.

Forró. Por mais que a apresentação tenha ficado com bom detalhamento dos instrumentos, aquela questão do chimbal artificial apareceu aqui em “Tareco e Mariola – Flávio José”. Outra coisa, o grave ficou um pouco “gravudo” em quase todas as músicas, então achei que poderia ter sido uma apresentação mais limpa.

Sertanejo. Não sou a melhor pessoa pra avaliar esse gênero porque nem escuto pessoalmente, mas ouvindo aqui eu achei que o gênero ficou bom, apesar deu encontrar uma pequena sibilância na música “Só mais uma verdade – César Menotti & Fabiano”. O restante das músicas ficaram 100% boas, sem problemas.

Axé. Esse sim combinou. Não é o mais energético dos fones que já ouvi com o gênero, mas conseguiu extrair uma boa vibração. Pra mim, é importante que a pessoa sinta uma empolgação ao ouvir esse gênero, o fone precisa ajudar a criar esse fator.

Bossa Nova. Seguiu basicamente o que disse em MPB. O fone tem um lado mais warm (quente) que eu achei que beneficiou o gênero, a maioria do que ouvi foram cantores (João Gilberto, Tom Jobim, etc) e o fone vai bem com esse tipo de vocal (na minha opinião).

Jazz. Alguns instrumentos como piano e saxofone ficaram muito bons, mas algumas músicas o som ficou com um grave acima do que eu gostaria (pode ser que a troca das eartips influenciou aqui no resutado). Pra um Jazztronic ele até casa bem, mas pra um Jazz clássico, aí talvez até o Tin P1 (o primeiro) seja uma opção melhor. Agora, não é que ficou ruim não, é apenas uma questão de gosto.

Música Clássica. Eu achei que ficou bom, violino se destacou na apresentação. A separação instrumental pra mim ficou muito boa também, palco sonoro poderia ser maior mas não comprometeu. Eu diria que é um bom fone pra ouvir o gênero, embora o Kinera Idun Golden também surge como uma boa opção (vai depender de quem escuta).


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Gosto é subjetivo, então aqui vai a lista dos estilos musicais que eu achei que combinaram mais com esse fone. Lembrando que foram apenas alguns gêneros testados e alguns poucos artistas. Se eu coloquei que combinou com tal estilo e outro não, não significa que você não possa ouvir o seu gênero musical preferido com este fone e adorar. Então, aí vai:

Combinaram:

Eletrônica
Hip Hop
Rap
POP
Reggae
Rock
Blues

Clássica
Samba
Pagode
Sertanejo
Bossa Nova

MPB
Axé

Nem tanto:

Forró
Metal
Jazz

MÚSICAS TESTADAS:

Dire Straits – Sultans of Swing
Jack Thammarat – Back to the Start
Slayer – Angel of Death
Pantera – The Great Southern Trendkill
Deicide – Once Upon the Cross
Entombed – Left Hand Path
Immortal – Norden on Fire
Mayhem – Freezing Moon
Dimmu Borgir – In Death’s Embrace
Iron Maiden – Aces High
Angra – Carry On
Korn – Freak On a Leash
Slipknot – Left Behind
Paramore – Monster
AC/DC – Moneytalks
KISS – Heaven’s On Fire
Scorpions – Rock You Like a Hurricane
Jethro Tull – Locomotive Breath
Pink Floyd – Time
The Rolling Stones – Wild Horses
Queen – I Want to Break Free
Kings of Leon – Supersoaker
Red Hot Chili Peppers – Californication
The Strokes – You Only Live Once
Coldplay – Viva La Vida
Charlie Brown Jr – Lutar Pelo Que é Meu
Sade – Cherish The Day
Eric Clapton & B.B. King – Ten Long Years
Clube de Patifes ft. Luiz Caldas – Hey Mama
Stevie Ray Vaughan – Pride and Joy
Gary Clark Jr – Catfish Blues
Jimi Hendrix – Little Wing
Kenny G – Songbird
Boney James – Full Effect
Dave Holland Quintet – Prime Directive
Kenny Wheeler – Seven Eight Nine (part 1)
Keith Jarrett Trio – You’ve Changed
Diana Krall – Where or When
Enya – May It Be
Loren Allred – Never Enough
Bob Marley & The Wailers – Is This Love
Edson Gomes – Malandrinha
Adão Negro – Louco Louco
Gregory Isaacs – Cool Down The Pace
Diamba – Miscigenação
Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites
Armin van Buuren – This Is What It Feels Like
The Timewriter – Tenda Count
Alok – Piece of Your Heart (remix)
Hardwell feat. Amba Shepherd – Apollo [Mix Cut]
Tom Jobim – Desafinado
João Gilberto – Sampa
Roberto Menescal & Andrea Amorim – O Barquinho
Caetano Veloso & Maria Gadú – O Quereres (ao vivo)
Gilberto Gil – Aos Pés da Cruz (ao vivo)
Djavan – Pecado (ao vivo)
Chico Buarque – Renata Maria (ao vivo)
João Bosco – Mano Que Zuera
Vanessa da Mata ft. Ben Harper – Boa Sorte/Good Look
Ed Motta – Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa
Ney Matogrosso – O Tempo Não Para
Rita Lee – Doce Vampiro
Lenine – Martelo Bigorna
Kid Abelha – Como Eu Quero
Negra Li – Venha
Luiza Possi – Over The Rainbow
Michael Jackson – Beat It
Madonna – Like a Virgin
George Michael – Careless Whisper
Daft Punk – Give Life Back to Music
Adele – Rolling in The Deep
Geraldo Azevedo – Chorando e Cantando
Dominguinhos – Preciso do Teu Sorriso
Flávio José – Tareco & Mariola
Alcymar Monteiro – Lindo Lago do Amor
Fernando e Sorocaba – Vendaval/Bala de Prata (ao vivo)
César Menotti & Fabiano – Só Mais Uma Verdade
Paula Fernandes – Jeito do Mato
Zezé Di Camargo & Luciano – O Defensor (ao vivo)
Diogo Nogueira ft. Hamilton de Holanda – Salamandra
Paulinho da Viola – Onde a Dor Não Tem Razão
Luiz Melodia – A Voz do Morro (ao vivo)
Jorge Aragão – Coisa da Pele (ao vivo)
Mart’nália – Cabide
Mumuzinho – Eu Mereço Ser Feliz (ao vivo)
Pixote – Coisas do Amor/Você Pode (ao vivo)
Harmonia do Samba – Molejinho
Sabotage – País da Fome: Homens Animais
Emicida – Rotina
Eminem – Lose Yourself
Filipe Ret – Neurótico de Guerra
The Weeknd ft. Daft Punk – Starboy
Chiclete com Banana – Meia Lua Inteira (Capoeira Larará)
Ara Ketu – Ara Ketu Bom Demais
Banda Eva – Beleza Rara
Filhos de Jorge – Vai Que Cola “Melanina”
Vivaldi – Violin Concerto in E Major, RV 269, No. 1, Spring: I. Allegro
Tchaikovsky – The Nutcracker, Op. 71, Act 2: No. 13 Waltz of the Flowers
Mozart – Serenade in G Major, K. 525 “Eine kleine Nachtmusik”: 1. Allegro
Chopin – “Grande valse brillante” in E-Flat Major, Op. 18

Link da Playlist:


Gráficos por CRINACLE:



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